Estava de regresso de um congresso em São Paulo, escala imprevista no Rio por causa de uma tempestade. O avião atrasado, cheguei ao hotel do aeroporto já noite alta. Ar húmido, cheiro de sal do mar misturado com combustível de aviões. No lobby, ar condicionado a gelar a pele suada. Sentei-me no bar, shortinho curto, top decotado, pernas cruzadas. Ele apareceu: Pedro, brasileiro de uns 35, moreno, olhos pretos famintos, camisa aberta no peito. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse com sotaque que me arrepiou. Sorri, ‘Sim, e tu és o quê? O meu entretenimento para esta espera?’
Conversámos. Ele em trânsito para o Norte, voo de madrugada. Copos de caipirinha, risos fáceis. Olhares que desciam para as minhas coxas, para os seios. Senti a cona a humedecer devagar. ‘Quarto 312, se quiseres subir’, sussurrei, mão na sua perna. Ele engoliu em seco, pau já duro visível nas calças. ‘Vamos, caralho, não aguento mais esperar.’ Urgência do aeroporto, ninguém nos conhece, liberdade pura.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos. Elevador vazio, beijei-o contra a parede, língua gulosa, mão a apertar-lhe o caralho por cima do tecido. Porta do quarto bateu. Clim a 18 graus, pele a arrepios. Rasguei-lhe a camisa, unhas nos mamilos. Ele puxou-me o top, mordeu os peitos, ‘Que tetas perfeitas, sua puta safada.’ Atirei-me na cama, lençóis frescos de hotel, cheiro a limpo misturado com o nosso suor. Tirei o short, calcinha encharcada. ‘Lambe-me, vai.’ Ajoelhou-se, língua na cona, chupando o clitóris como se fosse vida dele. Gemidos meus ecoavam, som de motores ao longe. ‘Fode-me com os dedos, mais fundo.’ Dois, três dedos a bombar, eu a tremer, sucos a escorrer.
A Noite de Sexo Cru e Intenso no Quarto
Levantei-me, empurrei-o para a cama. Desabotoei-lhe as calças, caralho grosso, veias saltadas, cabeça roxa. Chupei voraz, saliva a pingar, bolas na mão. ‘Quero-te dentro de mim agora.’ Montei-o, cona a engolir cada centímetro, lenta no início, depois cavalgada selvagem. Peitos a saltar, ele a agarrar as nádegas, ‘Fode, fode mais forte, sua vadia portuguesa.’ Inverteu-me, missionário bruto, pilha a martelar, bolas a bater no cu. ‘Vou gozar, caralho!’ Gritou, enchendo-me de porra quente, eu a contrair, orgasmo a rasgar-me, unhas nas costas dele. Não parou, virou-me de quatro, dedo no cu enquanto fodia outra vez. ‘Gostas assim, puta?’ ‘Sim, fode o meu cu também.’ Lubrificou com saliva e porra, entrou devagar no rabo apertado. Dor prazerosa, depois só êxtase. Gozei gritando, corpo mole.
De manhã, chuveiro rápido, água quente a lavar o sal da pele, porra seca nas coxas. Beijo no lobby, ‘Adeus, estranho delicioso.’ No avião, sentada, cona ainda sensível, latejava de prazer. Lembrei o gosto dele na boca, o cheiro de sexo no quarto, o ronco dos aviões como banda sonora. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão discreta na perna, pronta para outra aventura. Liberdade de passageira, o melhor afrodisíaco.