Escala Imprevista: Minha Noite de Sexo Selvagem no Hotel do Aeroporto

Estava em escala em Madrid, voo atrasado por horas. Cheiro de café queimado no lobby do hotel do aeroporto, ar condicionado gelado contra a noite húmida lá fora. Eu, portuguesa de 35 anos, sozinha, vestida com um vestido leve de verão que marcava as curvas. Bebia um gin tónico no bar, pés inchados nos saltos. Ela apareceu do nada. Mulher alta, morena, corset preto apertado, olhar de predadora. ‘Estás sozinha, linda? Queres companhia?’ A voz rouca, sotaque espanhol. Senti um arrepio. Conversámos. Falou de liberdade em viagens, de prazeres sem nome. O coração acelerou. ‘Vem à minha suíte. Tenho amigos que adorariam conhecer-te.’ Hesitei… mas a urgência da partida, ninguém me conhece aqui. Fui.

Na suíte, luz ténue, som distante dos aviões. Ela trancou a porta. ‘De joelhos, puta.’ Ordens secas. Obedeci, excitada pelo desconhecido. Vestido levantado, seios ao ar. Chegou o primeiro homem, caralho grosso, circuncidado, latejante. ‘Abre a boca, engole tudo.’ Ela empurrou a minha cabeça. Gosto salgado na língua, veias pulsantes na garganta. Engasguei, lágrimas escorreram, mas chupei com fome. Ele gozou, jatos quentes na boca, engoli tudo, limpei com a língua. ‘Boa rapariga.’ Um a um, dezassete caralhos. Boca inchada, baba e porra a escorrer pelo queixo, maquiagem borrada. Ela beliscava os mamilos, batia na cara, enfiava dedos na cona molhada. ‘Lambe-me agora.’ Deitei-a na cama, língua na cona dela, salgada e doce, depois no cu, abrindo com saliva. Gemidos dela ecoavam.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Eles queriam mais. ‘Mostra o cu.’ De quatro, ar condicionado frio nos seios pendurados. Primeiro dedo com lubrificante, frio e viscoso entre as nádegas. Depois o caralho dele, rasgando o cu virgem. Gritei, dor aguda, mas ela tapou a boca: ‘Lambe melhor.’ Ele fodia sem piedade, bolas batendo na cona. Gozou dentro, quente, escorrendo. O segundo, maior, deslizou fácil no cu escorregadio. Gozei forte, corpo tremendo, cona a pulsar vazia. ‘Fode-me mais!’ Pedi. Três, quatro, cinco… Cu dilatado, porra a rebentar, escorrendo pelas coxas, joelhos no chão pegajoso. O velho no sofá: ‘Abre as nádegas, deixa escorrer.’ Fiz, humilhada e excitada, cu piscando, fios brancos a pingar. Todos gozaram, eu um caos de suor, porra e prazer.

De manhã, corpo dolorido, cheiro de sexo na pele. Voltei ao aeroporto, avião a chamar. Ninguém sabe, anónimo perfeito. Sento-me, sinto o cu latejar, porra seca nas cuecas. Sorrio sozinha. Liberdade de passagem, urgência do adeus. Volto a Lisboa mudada, memórias quentes na mala. Quero mais.

Leave a Comment