Escala Quente no Aeroporto: Meu Foda Urgente com um Estranho

Estava voltando de um negócio em Madrid, escala inesperada no aeroporto de Lisboa. Calor moite de verão, ar-condicionado gelado do terminal me arrepiando a pele suada. Camisa colada nos peitos, saia curta subindo nas coxas. No lobby do hotel ao lado, barulhento com malas rolando e anúncios de voos, esbarro nele. Alto, olhos verdes agitados, uns 45 anos, camisa desabotoada mostrando peito peludo. ‘Desculpa’, diz com sotaque francês, mão no meu braço. Toque elétrico. ‘Tudo bem, estrangeiro’, sorrio, sentindo o cheiro de colônia misturado com suor.

Sentamos no bar, cervejas geladas suando nos copos. Ele se chama Marc, conta tudo: família perfeita, mas rotina sufocante. Acidente de carro, levou uma ruiva pro aeroporto, e bum, comprou bilhete pra Cabo Verde num impulso. ‘Quero fugir, sol, desconhecido’, olhos brilhando. Eu, portuguesa de 38, solteira e tarada por estranhos, sinto a buceta pulsar. ‘Eu adoro isso, liberdade aqui onde ninguém nos conhece. Meu voo é em duas horas.’ Pernas se roçando debaixo da mesa, joelho subindo na minha coxa. Ar pesado, motores rugindo ao longe. ‘Quarto 312, meia hora?’, sussurra, pau endurecendo na calça. Aceno sim, coração acelerado.

A Escale Imprevista e o Encontro no Lobby

Subimos no elevador, mãos já loucas. Porta mal fecha, ele me prensa na parede, boca faminta na minha, língua grossa invadindo, gosto de cerveja e sal da pele. ‘Porra, que delícia de puta portuguesa’, rosna, mãos rasgando minha blusa, peitos saltando livres, mamilos duros como pedras. Chupo seu pescoço, unhas cravando nas costas. Quarto cheira a limpeza barata, lençóis ásperos de hotel, clim zumbindo frio contra o calor dos corpos. Ele me joga na cama, saia arriada, calcinha encharcada de lado. ‘Olha essa buceta molhada pra mim’, dedo grosso abrindo minhas lábias, clitóris inchado latejando. Gemo alto, ‘Lambe, caralho, lambe minha cona!’

Língua quente mergulha, chupando meu mel, dentes roçando o clit, dois dedos enfiando fundo, fodendo ritmado. ‘Tá gostosa, safada, goza na minha cara.’ Pernas tremendo, aperto sua cabeça, esguicho na boca dele, grito abafado no travesseiro. Ele se levanta, pauzão roxo pulsando, veias grossas, pré-gozo pingando. ‘Chupa, vadia.’ Engulo até a garganta, bolas peludas na cara, saliva escorrendo. ‘Vou te foder como cadela.’ Viro de quatro, bunda empinada, ele cospe na entrada, caralhozão escorregando pra dentro, esticando minha buceta ao limite. ‘Ahhh, fode forte, rasga minha xoxota!’

O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel

Pancadas violentas, coxas batendo na minha bunda, suor pingando, cheiro de sexo cru no ar. Mão no meu cabelo puxando, outra no clit roçando. ‘Toma, puta de aeroporto, goza no meu pau.’ Eu me acabo, contrações apertando ele, unhas no lençol. Ele grunhe, ‘Vou encher tua cona de porra.’ Jatos quentes inundando, escorrendo pelas coxas. Caímos ofegantes, corações martelando, risos nervosos. ‘Melhor foda da vida’, diz, beijando meu ombro salgado.

Visto rápido, beijo de despedida na porta. ‘Boa viagem, anjo do inferno.’ Meu voo chama, pego o táxi pro terminal, corpo dolorido, buceta latejando com o sêmen dele ainda dentro. Avião decola, Lisboa sumindo, memória daquele pau me preenchendo, anonimato perfeito. Ninguém sabe, só o prazer cru, urgente, da passagem. Ainda sinto o gosto dele na boca, vontade de mais.

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