Estava em escala no aeroporto de Madrid, vinda de Lisboa para um congresso em Barcelona. Voou atrasado, cheguei morta de cansaço ao hotel ao lado. O lobby era fresco com a climatização zumbindo, mas o ar lá fora ainda quente e pegajoso. Sentei no bar, pedi um gin tónico gelado. Foi aí que a vi: uma francesa alta, loira, uns 40 anos, suada da viagem, camisa colada nos peitos. Olhares cruzados. Sorri, ela veio.
“Olá, escala também?” perguntei em inglês misturado. “Oui, para Paris. Tu es portugaise? Adoro Lisboa”, respondeu com sotaque sexy. Chamava-se Andréa. Conversa fluiu: viagens, solidão em aeroportos. Copos vazios, joelhos roçavam debaixo da mesa. O coração acelerava. “Quarto livre?”, sussurrei. Ela mordeu o lábio, assentiu. Subimos, elevador cheirava a perfume e suor fresco.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
No quarto dela, porta fechada, o ronco distante dos aviões. Clim gelada arrepiava a pele. Ela me puxou, beijos famintos, línguas enroscadas com gosto de gim e sal. Rasguei a camisa, peitos grandes livres, mamilos duros. Lambi o suor das axilas dela, ácido e excitante. “Merda, que delícia”, gemi. Ela riu, mãos nas minhas calças, dedos na minha cona já molhada. Despi-me devagar, ela de joelhos, cheirando meu pubis úmido. “Tão quente… tão molhada”, murmurou.
Deitei-a nos lençóis frios do hotel, cheiro de amido misturado ao nosso tesão. Separei as coxas dela, cona inchada, lábios grossos brilhando. Lambi devagar, gosto salgado de suor e cyprina fresca. Ela arqueou, “Lèche-moi plus fort!”. Dedos dentro, dois, três, fodendo ritmado enquanto chupava o clitóris inchado. Ela gozou rápido, jatos quentes na minha boca, corpo tremendo, unhas nas minhas costas. Virei, ela me comeu: língua no cu, dedos na cona, polegar no ânus. “Vai, fode-me toda”, pedia eu, voz rouca.
O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel
Montou-me, conas roçando, clits colidindo, suores misturando. Peguei o vibrador da mala dela – surpresa boa –, enfiei na cona dela enquanto lambia o cu. Ela gritou, orgasmos em cadeia, pernas fracas. Eu gozei com ela chupando meus mamilos, dedos no meu cu apertado. Porra escorrendo, cheiro forte de sexo preenchendo o quarto. Urgência: meu voo em duas horas. “Mais uma”, implorei. Ela me fodeu com o vibrador, eu na dela com a língua, até colapsarmos suadas, ofegantes.
Vesti-me rápido, corpo latejando, cona dolorida de prazer. Beijo final, gosto de nós duas na boca. “Até nunca, estranha deliciosa”, disse. Desci, check-in no aeroporto, pernas bambas. Avião decolando, ronco dos motores ecoando as nossas gemências. Anonimato perfeito: ninguém sabe, só eu guardo o calor moite da noite, o sal na pele, o prazer cru de passagem. Ainda sinto o pulsar, sorrio sozinha. Que venha a próxima escala.