Estava de volta de um voo de Lisboa para Nova Iorque, viagem de negócios. Escale imprevista em Paris por causa de uma tempestade. Hotel perto do aeroporto Charles de Gaulle, daqueles impessoais, com lobby gelado pela ar condicionado. O barulho distante dos motores dos aviões vibrava no chão. Eu, portuguesa de 28 anos, solteira, corpo curvilíneo, cabelo escuro ondulado, vestida com um vestido leve colado à pele pela humidade da noite.
Sentei-me no bar do lobby, copo de vinho na mão, suor salgado no decote. Ele apareceu do nada. Francês alto, uns 40 anos, fato escuro, olhar penetrante. ‘Boa noite’, disse com sotaque sexy. Sorri, pernas cruzadas, sentindo o ar frio subir pela saia. Conversa solta: viagens, solidão nos aeroportos. ‘Gostas de aventuras rápidas?’, perguntou, mão no meu joelho. Eu… hesitei, mas o coração acelerou. ‘Talvez’, respondi, mordendo o lábio. A liberdade de estar longe, ninguém me conhece aqui. Ele cheirava a colónia forte, misturada com o sal do meu desejo.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
‘Tens quarto?’, murmurou. ‘Sim, 412’. Subimos no elevador, silêncio pesado, corpos quase a tocar. A porta fechou, e ele empurrou-me contra a parede. ‘Quero-te como uma cadela’, disse, voz rouca. Surpresa? Não, excitada. Adoro isso, estranhos que tomam o controlo. A urgência do voo de manhã tornava tudo mais intenso.
Na quarto, luz fraca, ar condicionado zumbindo, lençóis brancos de hotel frios ao toque. Ele despiu-me devagar, vestido no chão. ‘A quatro patas, cadela’. Obedeci, joelhos no tapete áspero, rabo ao alto. Pele arrepiada pela friagem, cona já molhada, brilhando. Ele riu baixo. ‘Boa menina’. Tirou da mala um colar de couro simples, com placa: ‘Putinha’. Prendeu no meu pescoço, puxou. ‘Agora, lambe’. Ajoelhei, pau dele duro, veias pulsantes, cheiro almiscarado. Língua na base, subindo, salgado. ‘Chupa, vadia’. Engoli, garganta funda, baba escorrendo. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo, ‘Boa cadela portuguesa’.
O Sexo Intenso na Quarto de Hotel
Deitou-me na cama, lençóis frios contra costas quentes. Pernas abertas, ele lambeu a cona, língua áspera no clitóris inchado. ‘Molhada como uma puta’. Gemi alto, ‘Fode-me, por favor’. Ele riu, ‘Pede como cadela’. ‘Woof, woof’, imitei, rindo nervosa. Pau dele, grosso, entrou de rompante. ‘Ahhh!’, gritei. Fodida forte, cama rangendo, suor misturado, gosto salgado na pele dele. ‘Mais fundo!’, pedia. Ele virou-me, a quatro patas outra vez, colar puxado como trela. Colava no cu, dedos abrindo, ‘Queres aqui?’. ‘Sim, fode o cu!’. Lubrificante gelado, pau escorregadio, dor prazerosa. Gozei tremendo, cona esguichando nos lençóis. Ele acelerou, ‘Vou gozar dentro, cadela’. Jatos quentes no cu, gemendo rouco.
Ficámos ofegantes, clim gelando o suor. Ele limpou-me com toalha áspera, beijou o colar. ‘Boa putinha’. Vesti-me devagar, corpo dormente de prazer. Ele deu-me o colar: ‘Lembrança’. Desci sozinha, lobby vazio, barulho de aviões ao longe. No táxi para o aeroporto, amanhecer cinzento, cona ainda latejante, cu ardendo. Anónimo total, nomes trocados falsos. Sorri sozinha, mão na mala. Aquela escala… inesquecível. Liberdade de passageira, prazer cru sem amarras. Volto a Lisboa mudada, secreto ardendo dentro.