Estava em escala imprevista no aeroporto de Lisboa. Voo atrasado por uma tempestade no sul. Noite quente, ar moite colava na pele. Decidi ir ao hotel anexo, lobby todo luzes e ar condicionado que me arrepiava os braços nus. Vestido leve, salto alto, cabelo solto. Livre, longe de casa, ninguém me conhece aqui. Adoro isso, seduzir estranhos nestes sítios de passagem.
No bar do lobby, vi-o. Capuz escuro, máscara que cobre o rosto, só olhos castanhos intensos. Voz grave, modificada, tipo daqueles agentes especiais que vejo nos filmes. Pediu um copo de água, mas fixou-me. Senti o coração acelerar. Ele aproximou-se. ‘Sozinha?’, murmurou, voz rouca ecoando no peito. Hesitei, sorri. ‘Por agora.’ Ele riu baixo, mão enluvada roçando o meu braço. Calafrio. Cheiro a couro e suor fresco. Motores de aviões rugiam ao longe, urgência no ar. ‘Quarto 512. Cinco minutos.’ Não perguntei nome. Não preciso.
A Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Subi no elevador sozinha, pernas tremendo de excitação. Porta abre, ele lá, sem capuz agora, barba por fazer, olhos famintos. ‘Tira tudo’, ordena, voz normal, grave como mel. Obedeci devagar, vestido cai, sutiã, cueca. Nua, pele salgada do dia quente. Ele aproxima-se, luvas frias nos meus seios, beliscando mamilos duros. ‘Boa rapariga.’ Empurra-me para a cama, lençóis frescos de hotel roçam as costas. Ar condicionado zune, suor perola na barriga.
Ele despiu-se rápido: pau duro, grosso, veias pulsantes. ‘Chupa’, diz, empurrando na minha boca. Gosto salgado, cheiro masculino forte. Engoli fundo, garganta arde, ele geme ‘Caralho, que boca gulosa.’ Mãos no cabelo, fode a boca com força, baba escorre queixo abaixo. Depois, vira-me de quatro. ‘Vai sofrer um bocado.’ Dedos na cona molhada, dois de uma vez, polegar no cu. Gemidos meus ecoam na quarto. ‘Molhada pra caralho.’ Pau entra todo, rasgando, enche-me. Dor boa, prazer cru. Fode forte, bolas batem no clitóris, cama range.
O Sexo Selvagem e o Adeus Apressado
‘Mais rápido!’, peço, voz rouca. Ele agarra ancas, martela sem piedade. ‘Vou gozar dentro, tua cona é minha agora.’ Sinto-o inchar, jatos quentes enchem-me, orgasmo meu explode, pernas tremem, grito abafado na almofada. Cheiro a sexo, suor, porra escorrendo coxas. Ele sai, pau brilhante, limpa com lençol. ‘Boa foda.’ Beijo rápido, selvagem, gosto dele na boca.
Vesti-me a correr, voo chama. Ele volta máscara, ‘Vai, some.’ Saio, pernas fracas, cona latejante, porra ainda dentro. No avião, decolagem, Lisboa some lá em baixo. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Lembro o pau grosso, a urgência, liberdade de passageira. Sorrio, mão entre pernas discretamente. Próxima escala, outra aventura. Este fogo não apaga fácil.