Estava em escala imprevista no aeroporto de Lisboa, voltando de um congresso chato em Madrid. Voô atrasado por horas, corpo cansado mas a mente agitada. Fazia meses sem sexo, marido longe, só masturbação rápida em hotéis impessoais. Entrei no lobby do hotel ao lado, ar condicionado gelado batendo na pele suada da viagem. Calor moite lá fora, aviões rugindo ao fundo.
Sentei no bar, pedi um gin tónico. Ele apareceu: alto, moreno, uns 40 anos, fato amarrotado de executivo. Olhos famintos, sorriso safado. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse, sentando ao lado. Voz rouca, sotaque espanhol. Eu ri, pernas cruzadas, saia subindo um pouco. ‘Sim, e tu? Escale como eu?’ Ele confirmou, voô para Barcelona cancelado. Conversa solta: viagens, solidão, olhares que queimam. Mão dele roçou minha coxa ‘por acidente’. Meu coração acelerou. ‘Queres subir?’, sussurrei, excitada com o desconhecido. Ninguém nos conhece aqui. Liberdade total.
A Escale e o Encontro no Lobby
Subimos no elevador, silêncio pesado, respiração ofegante. Portas fecharam, ele me prensou na parede, beijo molhado, língua invadindo. Mãos apertando minha bunda. Cheiro de suor misturado com colónia dele. Quarto simples, luz fraca, cama com lençóis brancos ásperos. Joguei a mala no chão, arranquei a blusa. ‘Fode-me agora’, disse, voz tremendo. Ele riu, ‘Sim, puta gulosa’. Desabotoou a camisa, pau já duro saliente nas calças.
Deitei na cama, ar condicionado zumbindo, pele arrepiada. Ele tirou minha saia, calcinha preta encharcada. ‘Que cona molhada’, murmurou, dedos abrindo-me. Chupei o pau dele, grosso, veias pulsando, gosto salgado de pré-gozo. Ele gemia, ‘Chupa mais, caralho’. Virei de quatro, ele cuspiu na mão, esfregou no cu e na cona. Entrou devagar, esticando-me, dor prazerosa. ‘Mais fundo!’, gritei. Bombava forte, bolas batendo, som molhado ecoando. Suor pingando, gosto sal na pele dele quando lambi o peito. Virei de frente, pernas nos ombros, pau martelando o útero. ‘Goza dentro!’, implorei, unhas cravadas nas costas.
O Sexo Intenso na Quarto de Hotel
Ele acelerou, grunhindo como animal. Senti o orgasmo vindo, cona contraindo, jatos quentes dele enchendo-me. Gozei gritando, corpo tremendo, aviões ao longe como trilha sonora. Ficamos ofegantes, lençóis encharcados, cheiro de sexo no ar. ‘Foi incrível’, disse ele, beijando meu pescoço. Limpamos rápido, ele vestiu, ‘Amanhã voamos cedo’. Sem nomes, só números de quarto trocados por risos.
De manhã, check-out apressado. Ele já fora, eu no táxi pro aeroporto. Pernas moles, cona dolorida mas latejando de prazer. Lembrei o pau pulsando, o suor, o risco. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorri sozinha, mão na mala. Essa escala… melhor que férias. Volto a Portugal, mas o fogo fica. Quem sabe a próxima?