Escala Imprevista: Meu Encontro Torrido com um Estrangeiro no Hotel do Aeroporto

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprevista no aeroporto de Lisboa, noite quente e úmida. Peguei um quarto no hotel ali mesmo, daqueles genéricos com ar condicionado gelado e lençóis frescos que cheiram a amaciante industrial. No lobby, barulho distante dos motores, luzes fluorescentes piscando. Sentei no bar, pedi uma cerveja gelada pra relaxar.

Ele apareceu do nada. Roberto, italiano, uns 35 anos, professor em férias, olhos escuros, sorriso safado. ‘Posso sentar? Parece que o mundo parou pra gente.’ Rimos. Conversa solta: ele divorciado recente, sozinho como eu, longe de tudo. A cerveja desceu fácil, o calor da noite entrava pelas portas. Dançamos um slow improvisado na pista vazia do lobby, corpos colados. Senti ele endurecer contra mim. ‘Desculpa’, murmurou, mas não se afastou. Meu coração acelerou. Liberdade total, ninguém me conhece aqui. ‘Quarto 312’, sussurrei. Subimos, urgência no ar.

A Tensão no Lobby do Hotel

Porta mal fechou, beijos famintos. Línguas se enroscando, gosto de cerveja e suor salgado na pele dele. Rasguei a camisa, unhas nas costas. Ele me encostou na mesa da entrada, mão na minha saia, subindo devagar. ‘Quero te foder agora’, disse rouco. Ar condicionado gelado nos peitos expostos quando ele abriu minha blusa. Chupei o pescoço dele, mordi o lóbulo da orelha. Culotei pra baixo, ele ajoelhou, nariz na minha cona já molhada. ‘Que cheiro bom, puta portuguesa.’ Língua no clitóris, dedos abrindo meus lábios, chupando forte. Gemi alto, pernas tremendo, som dos aviões ao fundo como trilha sonora.

Levantei ele, abri o zíper. Caralho grosso, veias pulsando, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Masturbei devagar, lambi do saco à ponta, engoli até a garganta. Ele gemeu ‘Porca diosa’. Me virou contra a mesa, saia arriada nos tornozelos, bunda empinada. Glande roçando minha entrada, úmida e inchada. ‘Sem camisinha?’ ‘Não, fode cru.’ Entrou devagar, esticando tudo, pubis batendo nas nádegas. Ritmo forte, mesa rangendo, suor escorrendo pelas costas. ‘Mais forte, caralho!’ Puxou meu cabelo, dedão na rosinha, entrando e saindo. Gozei primeiro, cona apertando, jatos quentes escorrendo pelas coxas.

O Prazer Intenso e Sem Filtros

Ele não parou, me carregou pro quarto, jogou na cama. Lençóis frios no corpo quente. Montei nele, caralho fundo, balançando os quadris. Peitos na cara dele, chupando mamilos duros. ‘Vem, enche minha buceta.’ Acelerou, unhas nas minhas coxas, grunhidos animais. Gozou pulsando, porra quente enchendo tudo, misturando com meus sucos. Desabamos, ofegantes, cheiro de sexo no ar.

De manhã, chuveiro rápido, sabão nos corpos pegajosos. Beijo de despedida no lobby, ‘Foi foda, volta quando quiseres.’ Voltei pro portão de embarque, pernas moles, cueca úmida ainda com o cheiro dele. Anonimato perfeito, ninguém sabe. No avião, sorriso bobo, tesão latejando. Aquela urgência do ‘só hoje’, liberdade de passageira. Ainda sinto o gosto do sal na pele dele.

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