Estava em viagem de negócios de Lisboa para Dublin, comprando sedas para lingerie fina. Escale imprevista em Lyon por causa de um voo atrasado. Cheguei ao hotelzinho perto do Ainay ontem à noite, exausta mas animada. A liberdade de estar longe, onde ninguém me conhece, sempre me excita. Tipo, aqui posso ser eu mesma, safada sem freios.
Hoje de manhã, saí para passear. Sol radiante, ar primaveril. Desci à Saône, mas me perdi nos becos. Um homem surge à frente, alto, uns 50 anos, cabelo poivre et sel, olhos azuis penetrantes, corpo atlético de quem faz desporto. ‘Pode ajudar? Estou perdida’, disse eu com sotaque português charmoso. Ele sorri, ‘Claro, onde quer ir?’. Mostrei o mapa para a Croix-Rousse, reunião de trabalho. Ele explica o funicular, a ‘ficelle’. Ar dúbio meu, ele ri: ‘Venha, levo-a lá’. Compramos bilhetes, mãos roçam. No metro, conversamos. Chama-se Patrick, lyonês, divorciado. Eu, Ana, de Lisboa, solteira e aberta a aventuras.
O Encontro Inesperado e a Tensão Crescente
Chegamos, mas eu agarro o braço dele. ‘Obrigada. Janta comigo esta noite? No hall do hotel, 20h. Não conheço ninguém aqui’. Ele aceita, olhos brilhando. Passei o dia pensando nele, na urgência – amanhã volto. Às 20h, desço de vestido justo, decote generoso, pele morena a brilhar. Ele de camisa aberta, cheiro a colónia fresca. Jantamos num bouchon, kirs, St Joseph, risos. Falo de lingerie, ele fica vermelho, imagino. Depois, passeio pelo Vieux Lyon, braço no dele, noite morna, cheiro a rio. Subimos ao Sofitel, bar panorâmico. Champagne, bolhas dançando, saia subindo nas coxas. ‘Esta vista é magnífica, mas tu és melhor’, sussurro. Ele cora, mão na minha perna. ‘Volto amanhã cedo. Não percas tempo’, digo, puxando-o para o meu hotel.
No quarto, ar condicionado gelado contra a pele quente, ruído distante de motores. Fecho a porta, braços no pescoço dele, beijo faminto, línguas enroscadas, gosto a champagne. ‘Quero-te agora’, gemo. Ele tira a camisa, eu o vestido – sutiã push-up, tanga fio dental, meias até coxa. Lua cheia ilumina, pele arrepiada. Viro-me, ele admira o cu empinado. No cama, lençóis ásperos de hotel, beijo o pescoço, desço aos mamilos duros, chupo forte. Mãos dele apertam mamas, ‘Que peitos perfeitos’. Eu abaixo, desabotoo calças, caralho semi-mole salta. ‘Vou acordá-lo’, rio safada. Chupo o saco, língua no freio, engulo o gland, sugo devagar. Ele geme, endurece na boca, veias pulsando, pré-gozo salgado.
A Foda Intensa na Quarto do Hotel
Deito-o, monto, cona molhada roçando o caralho. Esfrego o clitóris na cabeça, entro devagar – quente, apertado. ‘Fode-me forte’, ordeno. Cavalgada selvagem, mamas balançando, unhas nas costas dele. Ele vira-me de quatro, penetra fundo, palmadas no cu, ‘Que cona gulosa’. Dedos no clit, fodo de volta, sucos escorrendo coxas. Grito orgasmo, squirt jorra, molha lençóis. Ele acelera, ‘Vou gozar’, aperto períneo, leite quente inunda-me, grito junto. Suados, ofegantes, cheiro a sexo no ar húmido.
No chuveiro, água escaldante, sabonete escorregadio. Lavo o caralho flácido, brinco com próstata – dedo lubrificado no cu dele. ‘Relaxa, vais adorar’. Ele geme, goza claro sem tocar. ‘Mulher incrível’, diz. Secamo-nos, dormimos abraçados, AC zumbindo.
Manhã, café no quarto, fodo langorosa uma última vez, missionário lento, beijos salgados de suor seco. Visto-me, ‘Não me leves ao aeroporto, odeio adeus. Foi perfeito, anonimato puro’. Beijo final, saio. No avião, cona ainda sensível, sorriso safado. Memória ardente, liberdade do passageiro. Quem sabe volto…