A Minha Escale Quente em Amesterdão: Foda com um Estrangeiro no Hotel

Estava em viagem de negócios para Amesterdão, mas o voo atrasou por causa da chuva. Escale imprévista no aeroporto de Schiphol, depois táxi até um hotelzinho no centro, perto do Bairro Vermelho. O ar estava húmido, quente para a estação, cheirava a canais e fumo de charros. Entro no lobby às duas da manhã, exausta mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui, sou só uma portuguesa solta no mundo.

No bar do lobby, um gajo alto, uns 40 anos, estrangeiro – acho que francês pelo sotaque. Olhos azuis, barba por fazer, camisa aberta no peito. Pedia um uísque. Sorri para mim, perguntei se conhecia sítios bons por ali. ‘Só se fores comigo’, disse ele, rindo. Sentei-me ao lado, pernas cruzadas, saia curta subindo um bocado. Conversa flui: ele em conferência, eu em reuniões amanhã. Copos tilintam, mãos roçam. Sinto o calor dele, o cheiro a colónia misturado com suor. ‘Queres subir?’, pergunto direta. Ele hesita, sorri: ‘Porra, és direta, gosto disso.’ Elevador lotado de olhares, mas ninguém liga. Portas fecham, beijamo-nos já, línguas urgentes.

A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce

No quarto, ar condicionado gelado contra a pele quente. Janelas abrem para o canal, ruído distante de motores e risos da rua. Ele fecha a porta, empurra-me contra a parede. ‘Quero-te agora’, murmura. Arranco-lhe a camisa, unhas nas costas. Ele apalpa os meus peitos por cima do top, morde o pescoço. Tiro a saia, só em cuecas de renda. Ele ajoelha, cheira-me a cona já molhada. ‘Estás ensopada, puta safada’, diz, voz rouca. Lambe devagar, língua no clitóris, dedos abrindo-me. Gemo alto, ‘Lambe mais, caralho’. Sabor a sal da minha pele, suor moído da viagem.

O Sexo Selvagem e o Adeus Inesquecível

Deito-me nos lençóis ásperos do hotel, ele nu, pila dura e grossa, veias saltadas. Chupo-a gulosa, saliva escorrendo, bolas na boca. ‘Assim, boa menina’, geme ele, mão no meu cabelo. Monto nele, cona engolindo tudo devagar. ‘Fode-me forte’, peço. Ele agarra as ancas, sobe e desce, pila batendo fundo. Mudo de posição, de quatro, ele mete brutal, palmadas na bunda. ‘Toma, toma tudo, vadia’. Sinto o caralho pulsar, cona apertando. Ele vira-me, pernas nos ombros, fode sem dó, suor pingando. ‘Vou gozar dentro’, avisa. ‘Vai, enche-me’, grito. Goza jatos quentes, eu tremo no orgasmo, unhas cravadas.

Ficamos ofegantes, clim zumbindo, noite moída lá fora. Ele veste-se rápido, voo cedo. ‘Foi brutal, portuguesa. Adeus.’ Beijo rápido, porta bate. Deito sozinha, cona ainda latejante, sêmen escorrendo. Saboreio o anonymato, ninguém sabe, só eu e esta memória carnal. No dia seguinte, comboio para a reunião, corpo dormente de prazer, cheiro dele na pele. Liberdade de passagem, urgência que torna tudo mais vivo. Volto a Lisboa com este segredo quente, pronta para mais.

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