Estava a caminho de Roma por negócios, mas uma greve de controladores aéreos fodeu tudo. Escale imprevista em Milão, noite inteira presa num hotel perto do aeroporto. O ar condicionado gelado do lobby batia na pele, misturado com o cheiro de café forte e motores distantes. Eu, portuguesa casada, farta da rotina morna com o marido, sentia a liberdade pulsar. Ninguém me conhecia aqui.
Do canto do olho, vi-o: Dino, um italiano baixo e largo, pele curtida, bigode grosso como escova, olhos afundados que me devoravam. Camisola suja de óleo, braços peludos a rebentar pelas mangas, calças justas nas coxas finas. Parecia um urso de fábrica. Ele fumava no bar, rodeado de grevistas barulhentos. Sorri-lhe, cruzei as pernas na saia curta. ‘Portuguesa? Que sorte a minha’, disse com sotaque cantado, língua a lamber o bigode. Tremi. Falámos da greve, da merda da vida. Mãos dele roçavam as minhas, acidental? O vinho tinto aquecia o ventre, o barulho dos aviões abafava o coração acelerado.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
‘Vem ao meu quarto, bebes mais um copo longe desta confusão’, murmurou, mão na minha nuca, áspera como lixa. Hesitei… e fui. Elevador cheirava a tabaco e suor dele. Porta bateu, ele colou-se atrás, pau duro contra as minhas nádegas. ‘Quero-te, caralho.’ Beijou-me o pescoço, bigode picava, delicioso. A urgência do voo amanhã incendiava tudo. Liberdade total, ninguém saberia.
No quarto, ar parado, lençóis ásperos de hotel barato, luz amarelada da rua. Ele rasgou a blusa, mamas saltaram livres. ‘Que tetas perfeitas.’ Chupou um mamilo, rugoso, dentes a mordiscar. Gemi alto, mão dele na saia, dedos grossos na minha calcinha encharcada. ‘Estás molhada pra caralho, puta.’ Tirei-lhe a camisola: peito negro de pêlos, como animal. Beijei, provei sal da pele suada. Ele empurrou-me na cama, abriu as minhas pernas. ‘Olha esta cona aberta pra mim.’ Língua no clitóris, bigode a roçar, chupei ar. Dedos entraram, dois, três, fodendo fundo, sucos a escorrer.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
‘Chupa o meu caralho.’ Pau curto, grosso, roxo, veias saltadas, pêlos até na base. Engoli, boca esticada, gosto almiscarado, amargo. Ele fodeu a boca, mãos na cabeça. ‘Boa, engole tudo.’ Deitei-me de costas, ele montou, caralho a forçar entrada. ‘Tão apertada… fodo-te como cadela.’ Entrou todo, pesado mas não esmagador, apoiado nos braços. Ritmo brutal, bolas a bater no cu, suor moite na noite quente. Gritei ‘Mais forte!’, unhas nas costas peludas. Gozei primeiro, cona a apertar, ondas a rasgar. Ele grunhiu, ‘Toma a porra!’, jatos quentes dentro, enchendo-me.
Virou-me de quatro, cuspiu no cu, dedo a entrar. ‘Agora por trás.’ Resistência? Nenhuma. Caralho escorregou, fodeu o cu devagar, depois selvagem. Dor misturada prazer, gritei. Gozei de novo, ele explodiu, porra a pingar. Ficámos colados, cheiro de sexo no ar, corações a martelar.
De manhã, avião chamava. Beijei-o rápido, corpo dorido, cona e cu latejantes, porra seca nas coxas. No táxi pro aeroporto, revivi tudo: bigode picante, pau grosso, gemidos roucos. Anonymato salvo, prazer ainda latejava no ventre. Volto a casa, mas levo Milão na pele. Quem sabe outra escale?