Estava a caminho de Lisboa para um congresso, mas o voo atrasou por causa da chuva forte em Madrid. Escale inesperada. Peguei um quarto no hotel do aeroporto Barajas. Cansada, mas livre. Longe de tudo, ninguém me conhece. Vestia uma saia curta de algodão, blusa fina, sem sutiã – os meus seios pesados balançavam livres, os mamilos duros com o ar condicionado gelado. Nada de calcinha, gosto dessa sensação de ar na cona, húmida já do dia longo.
No lobby, barulho de motores ao longe, cheiro de café e chuva. Sento-me no bar, peço um gin tónico. Ele aparece: espanhol alto, moreno, olhos pretos famintos. Uns 35 anos, camisa aberta no peito, suor no pescoço pela humidade. ‘Boa noite, portuguesa?’, diz com sotaque sexy. Sorrio, ‘Sim, escale chata. E tu?’. Conversa flui. Fala do seu voo para Barcelona amanhã cedo. Copos tilintam, olhares cruzam. A mão dele roça a minha coxa ‘por acidente’. Sinto o calor subir. ‘Aqui ninguém nos conhece, né?’, sussurro. Ele ri, ‘Exato. Liberdade total’. O ar condicionado arrepia a pele, mamilos apontam na blusa. Ele nota, lambe os lábios. ‘Gostas de arriscar?’, pergunta. Hesito, ‘Adoro. Tipo… sem nada por baixo’. Os olhos dele brilham. Tensão palpável, cona molhada, pernas tremem.
O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos ao quarto dele, urgência no ar. Porta bate, beijos vorazes. Boca dele na minha, língua invade, gosto de sal e gin. Mãos dele apertam os meus seios, ‘Que tetas deliciosas, caralho’. Arranco a camisa dele, unhas no peito. Ele baixa a saia, dedos na cona raspadinha. ‘Molhada pra porra, puta safada’. Gemo, ‘Fode-me já, o voo sai cedo’. Deito na cama, lençóis frios de hotel, cheiro de limpeza misturado suor. Ele chupa os mamilos, dói de prazer. Desço, abro as calças, pau duro grosso, veias pulsando. Chupo guloso, saliva escorre, engulo até à garganta. ‘Assim, engole tudo’, grunhe. Ele me vira de quatro, espeta na cona de uma vez. ‘Que caralho apertado!’. Bomba forte, bolas batem no cu, suor pinga, calor moite da noite. Grito, ‘Mais fundo, fode-me como cadela’. Mudo posição, monto nele, rebolo, cona engole o pau todo. Dedos no clitóris, gozo tremendo, esguicho no peito dele. Ele vira-me, mete no cu devagar, lubrificado pelo gozo. ‘Gostas no rabo?’. ‘Sim, arromba!’. Goza dentro, quente, gemendo rouco. Corpo colado, respiração pesada, aviões roncam lá fora.
Depois, chuveiro rápido, água escaldante lava o suor. Ele beija, ‘Foi incrível, portuguesa’. Visto-me, saio. Meu voo chama. No avião, sentada, sinto o cu dolorido, cheiro dele na pele, sêmen escorrendo ainda. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Tesão lateja, lembro o pau latejando, os gemidos. Liberdade de passagem, urgência deliciosa. Volto a Lisboa, mas isso fica comigo, quente na memória.