Estava voltando de férias nas Caraíbas, corpo bronzeado, seios cheios latejando debaixo do top apertado. Escale imprevista em Lisboa, noite moite de verão, ar pesado como um beijo úmido. Check-in no hotel ao lado do aeroporto, barulho distante dos aviões, cheiro de jasmim misturado a suor. Eu, 25 anos, cabelo castanho comprido, olhos verdes, cu empinado no shortinho justo, peitos 90C implorando atenção. Ninguém me conhece aqui, liberdade pura.
No lobby, ar condicionado gelado arrepiando a pele salgada do mar. Sento no bar, martini na mão, suor escorrendo entre os seios. Vejo eles: ele, Serge, 40 e poucos, alto, peito peludo saindo da camisa aberta, sorriso safado. Ela, Véro, bruna elegante, 1,75m, magra, olhares predadores. Francês em viagem de negócios, param para apéro. ‘Boa noite, portuguesa linda’, diz ele, voz grave. Eu sorrio, pernas se abrem um pouco. Conversa flui: viagens, calor, olhares descendo pro meu decote. ‘Teus peitos são criminosos’, ela sussurra, mão roçando meu braço. Coração acelera, cona já úmida. Convites pro quarto deles, urgência do vôo amanhã. Subimos, elevador cheira a desejo.
O Encontro Casual no Lobby Quente
Quarto fresco, lençóis brancos ásperos, luz fraca, motores ao fundo. Véro me puxa pra dançar, música baixa no telemóvel. Corpos colam, seios dela roçando os meus, duros como pedras. ‘Quero mamar esses melões’, ela diz, mãos no meu rabo. Serge filma com o phone, pau já inchado no calção. Eu gemo baixo, ‘Vai, toca’. Ela abre minha blusa, sutiã branco Aubade apertando as tetas. Pina os mamilos, ‘Olha como endurecem, puta gulosa’. Eu arqueio as costas, gosto de sal na pele misturado ao suor dela. Serge aproxima, pau enorme, 21cm, veia pulsando. ‘Chupa, vadia’, manda ela. Eu ajoelho, nariz no cheiro de macho, mãos atrás da cabeça como ela ordena.
Boca na cueca dele, dentes na braguilha, pau salta, cabeça roxa babando pré-gozo. ‘Lambe o grelo’, ela guia. Língua no freio, bolas pesadas raspadas roçando meus peites oleados. Véro passa óleo nos meus seios, esmaga eles na pica dele, branquinha espanhola. Ele fode minha boca, bolas batendo nas tetas, ‘Engole, caralho, que garganta gulosa!’. Eu engasgo, saliva escorrendo, cona pingando no string encharcado. Ela me obriga a apertar as tetas na vara, mamilo na boca dele. Ele goza jatos quentes na garganta, engulo tudo, gosto amargo grudado na língua. ‘Agora teu homem’, diz ela, mas é ele quem me vira, pau ainda duro. Me deita nos lençóis, string rasgado, cona aberta, lábios inchados.
O Sexo Selvagem na Quarto de Hotel
Serge me come de quatro, pica grossa rasgando a cona molhada, ‘Que cuo gostoso, pronto pro cu’. Eu grito, ‘Não, só cona! Fode forte!’. Véro senta na minha cara, cona raspada no meu nariz, ‘Lambe minha racha, puta’. Eu chupo o clitóris dela, sucos salgados na boca, enquanto ele me martela, bolas chapinhando na minha excitação. Peitos balançando, mamilos roçando o colchão frio. Orgasmo explode, cona apertando a pica, grito abafado na boceta dela. Ele puxa, goza nos meus peitos, porra quente escorrendo pros mamilos. Véro lambe tudo, beija minha boca com gosto de nós três.
De manhã, vôo parte, corpo dolorido, cona inchada latejando nos jeans apertados. Eles dormem nus, lençóis amarrotados. Saio sem ruído, anonimato intacto, só um bilhete: ‘Obrigada pela noite inesquecível’. Avião decola, vibração nos assentos reaviva o formigueiro na pele, cheiro fantasma de sexo no ar. Ainda sinto o pau dele na garganta, mãos dela nos peitos. Melhor escale da vida, segredo meu pra sempre.