Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou por causa de uma ondada cinzenta que não parava. Escale imprevista em Lisboa, no hotel perto do aeroporto. A chuva batia forte nas janelas do lobby, o ar condicionado gelado contrastava com a humidade lá fora. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia justa subindo um bocadinho, copo de vinho tinto na mão. Ninguém me conhecia aqui. Liberdade total.
Ele apareceu do nada. Alto, estrangeiro, talvez francês ou italiano, olhos escuros, camisa molhada colada ao peito. ‘Desculpa, posso sentar?’, perguntou com sotaque sexy. Sorri, ‘Claro, a chuva fodeu os nossos planos, não é?’. Rimos. Conversa solta: viagens, solidão nos aeroportos. O joelho dele roçou o meu. Eletricidade. Olhares que demoravam. ‘Estás sozinha?’, murmurou, mão no meu braço. Senti o calor subir. ‘Por agora, sim. E tu?’. ‘Também. Mas isso pode mudar.’. A tensão crescia, o bar esvaziava, só o zumbido distante dos aviões.
A Chuva e o Olhar que Acendeu Tudo
Levantei-me, ‘Vem, tenho um quarto no andar de cima. A noite é curta.’. Ele seguiu, mão na minha cintura. Elevador lotado de olhares curiosos, mas foda-se, ninguém nos conhece. Porta fecha, beijo urgente, línguas quentes, gosto a vinho e chuva. Caímos na cama, lençóis ásperos de hotel, ar condicionado a 18 graus arrepiando a pele.
Arrancou a minha blusa, mamilos duros contra o peito dele. ‘Quero-te agora’, disse rouco. Desabotoei as calças, caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes, pré-gozo a brilhar. Chupei devagar, língua no freio, bolas pesadas na mão. ‘Porra, que boca…’. Ele gemia baixo, dedos nos meus cabelos. Sabia a salgado, suor fresco. Virou-me, cona molhada exposta, cuecas rasgadas. Dedos dentro, dois, três, curvados no ponto G. ‘Estás ensopada, vadia safada’. ‘Fode-me, anda.’. Ele entrou de rompante, caralho esticando-me toda, bolas batendo no cu. Ritmo feroz, cama a ranger, suor a pingar, pele colada.
Foda Selvagem na Quarto com Vista para o Aeroporto
Mudei de posição, cavalguei-o, cona engolindo tudo, clitóris roçando o púbis dele. ‘Mais forte!’, gritei. Ele apertou as tetas, beliscou mamilos. Virei de quatro, ele atrás, uma mão no cabelo puxando, outra no cu, dedo a entrar. ‘Gostas assim, puta de passagem?’. ‘Sim, fode o meu cu também!’. Lubrificou com saliva, entrou devagar no rabo apertado, alternando cona e cu, orgasmo a buildar. Gozei primeiro, cona a contrair, squirt molhando os lençóis. Ele veio logo, jatos quentes dentro, gemendo ‘Merda, que delícia…’. Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo no ar, motores de avião ao fundo.
De manhã, café rápido no lobby. ‘Foi incrível, mas o teu voo?’, perguntei. ‘Já sai. Sem nomes, sem promessas.’. Beijo de despedida, ele desapareceu na multidão. Eu embarquei horas depois, corpo ainda dorido, cona sensível, memória fresca. Ninguém sabe, mas levo o gosto dele na pele. Liberdade de viagem, urgência do adeus. Volto a querer mais.