Estava de regresso de férias no Algarve, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale imprevista em Lisboa, noite quente e húmida de agosto. Cheguei ao hotel exausta, o ar condicionado do lobby gelado contra a minha pele suada. Vestia um vestido leve, colado ao corpo pelo suor, sem sutiã, só uma tanga fina. No bar, vi-o: uns 35 anos, fato amarrotado de businessman, lavado ao Kärcher no pátio, agora com camisa desabotoada, olhos famintos.
Aproximei-me, pedi um gin tónico. ‘Perdida?’, disse ele, com sotaque francês, sorriso que derretia. Marc, patron de PME, sozinho no negócio. Ri-me, cruzei as pernas, sentindo o ar fresco na pele. Falámos de viagens, do calor que nos colava à pele. Ele olhava para os meus seios, duros sob o tecido fino. ‘Aqui ninguém nos conhece’, sussurrei, mão no seu joelho. A tensão subia, o barulho dos aviões ao longe, o cheiro a sal e suor. Convidei-o para o meu quarto. ‘Quero-te agora, antes do próximo voo.’ Ele hesitou, mas veio.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Subia
Na quarto, a clim zumbia baixa, lençóis frescos de hotel. Ele fechou a porta, olhos fixos nos meus. ‘Mostra-me o que queres’, disse grave. Levantei o vestido devagar, tanga de lado, depilada lisa. ‘Estás pronta para aprender?’, murmurou, dominante. Curvei-me no bureau, mãos atrás. Ele ajoelhou-se atrás, mãos nas minhas coxas, subindo a saia. ‘Bas verdadeiros, sem cueca a partir de agora.’ O coração batia forte, respiração ofegante.
As suas mãos abriram-me as nádegas. Língua quente no meu cu virgem, úmido de saliva. Tremei, gemendo alto. ‘Assim, vadia?’, lambeu voraz, forçando o buraco apertado. O gosto salgado da minha pele, o calor moite da noite infiltrando-se. Dedos no clitóris inchado, molhado de desejo. Gozei rápido, pernas bambas, grito abafado nos lençóis. Ele não parou, língua no meu sexo pingando, chupando lento, depois feroz. Mais dois orgasmos, corpo convulso, suor misturado ao dele.
O Prazer Cru e Intenso na Quarto
‘Agora o teu’, disse, mas ele mandou-me ajoelhar. Caralho duro na boca, pauveio grosso, veias pulsantes. Chupei gulosa, bolas salgadas no nariz. Ele fodeu a boca, urgente. Deitou-me na cama, entrou-me forte, cu e cona alternados, sem piedade. ‘Fode-me, Marc, antes de ires!’ Gozou dentro, quente, escorrendo pelas coxas. Horas depois, exaustos, cheiro a sexo no ar.
De manhã, beijo rápido no lobby. ‘Adeus, estranha.’ O avião chamou. Sentei-me, cu latejante, cona inchada, memória fresca. Ninguém sabe, anonimato puro. Sorri, pernas doridas, prazer ainda latejando. Liberdade de passagem, voltaria por mais.