Chamo-me Inês, tenho 32 anos, sou portuguesa de Lisboa, com cabelos pretos ondulados até aos ombros, olhos verdes e um corpo atlético – pernas longas, rabo firme e seios pequenos mas empinados. Adoro viajar sozinha, sinto-me livre, ninguém me conhece longe de casa. Ano passado, fim de verão, apanhei o comboio de noite de Lisboa para o Algarve, uns dias de férias ao sol. Vestia uma saia leve cinzenta curta, top branco fino, sandálias e cuecas de algodão simples por causa do calor húmido. Sem sutiã, os mamilos marcavam levemente. Instalei-me no compartimento de primeira, sozinha junto à janela, o ar condicionado fresco a arrepiar a pele, o ruído dos carris ao fundo.
Estava a ler, quase a adormecer, quando paramos numa estação. Entra um gajo, olá com sorriso safado. Eu sorri de volta, pernas cruzadas, saia subida nas coxas. Sentou-se à frente, alto, moreno, uns 40 anos, fato descontraído, olhos castanhos penetrantes. Abriu um livro grosso, mas eu via os olhares nas minhas pernas. O comboio balança, silêncio só quebrado pelo zumbido do AC e motores distantes. Senti um formigueiro, o desconhecido excita-me sempre, ainda mais com a urgência da viagem.
O Encontro no Comboio e a Tensão que Cresce
O meu marcador cai no chão. Vou apanhar, ele diz baixo: ‘Deixa, eu faço.’ Ajoelha-se, apanha-o, mas em vez de dar, a mão sobe pela minha perna direita, devagar, do tornozelo à meia coxa, dedos quentes na pele arrepiada. Eu congelei, coração a bater forte, mas a cona já molhava. Ele separa as coxas com a outra mão, olhares presos. ‘Estás bem?’, murmura. ‘Sim… continua’, sussurro, voz tremida. Dedos chegam à cueca, esfrega o monte por cima do tecido, polegar no clitóris. Gemo baixo, o cheiro do meu tesão no ar quente.
Ele puxa a cueca para o lado, um dedo entra na cona encharcada, devagar, outro no clitóris. ‘Estás tão molhada, caralho’, diz rouco. Chupo o lábio, suspiros escapam. Ele baixa a cabeça sob a saia, língua quente na cona, lambendo os lábios inchados, chupando o clitóris com suavidade infernal. O gosto salgado da minha pele, suor misturado. Uma mão sobe ao top, belpica mamilo duro. Meto a cueca na boca para calar os gemidos, o comboio treme como eu.
Orgasmos aproxima-se, agarro a cabeça dele, pressiono na cona. Ele acelera, língua fura-me, e explodo, corpo a tremer, sucos na cara dele. Quando abro olhos, ele de pé, calças às canelas, pila dura, média, curvada, depilada. Pego na base, branquinho devagar. ‘Chupa-me’, ordena olhos famintos. Abro boca, glande entra, sugo suave, língua no freio, rodopio como pirulito. Engulo fundo, garganta aperta, sem vómito, mãos nas nádegas firmes dele. Ele geme baixo.
A Foda Selvagem e o Orgasmo Inesquecível
Saca um preservativo, enfiado na pila. Eu monto-o na banqueta, cona aberta, desço devagar, sentindo cada veia a abrir-me. ‘Fode-me forte’, peço. Ele agarra ancas, sobe e desce-me, pila a pulsar dentro. Movimentos circulares, roço o clitóris nele. Depois vira-me, de quatro, penetra seco até ao fundo. ‘Que rabo perfeito’, grunhe, palmadas leves. Levanta uma perna, fode mais fundo, mãos em tudo – coxas suadas, rabo, seios. O AC gélido contrasta com o calor moite da noite.
Sinto-o perto, viro-me, abro cona, ele ajoelha e fode missionário, beijos nos mamilos, ritmo louco. Olhos nos olhos, mãos nas nádegas dele, aperto. ‘Vou gozar!’, rosna. Pila contrai, jatos no preservativo, desencadeia o meu segundo orgasmo, ondas brutais, grito abafado na cueca. Ele sai, limpa, veste-se. Pega na minha cueca molhada, enfia no bolso. ‘Chut’, dedo na boca, sai com mala.
Fico ali, pernas tremendo, cona latejante, cheiro de sexo no ar. Visto-me depressa, comboio chega ao Algarve. Desço, amiga espera, ‘Estás com cara de quem não dormiu’. Sorri, ‘Foi uma viagem… intensa’. Ainda sinto o vazio na cona, o sal na pele, ruído dos motores na memória. Anonimato total, ninguém sabe, mas cada viagem agora cheira a pila de estranho.