A Minha Escale Ardente no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios de Lisboa para Paris, mas o voo atrasou por uma escale imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel do aeroporto exausta, suor colando a blusa à pele, o ar condicionado do lobby fresco como um alívio. O bar estava quase vazio, só um jovem ali, uns 20 anos, tímido, com um copo na mão. Olhos castanhos, cabelo despenteado, camisa aberta no peito. Sorri para ele, sentei ao lado. ‘Boa noite, estás sozinho?’, perguntei em espanhol misturado. Ele corou, ‘Sim, escale também. Chamo-me Diego.’ Falámos de tudo, o cansaço da viagem, a liberdade de estar longe de casa. Ninguém nos conhece aqui. O vinho desceu, as coxas roçaram debaixo da mesa. Senti o calor subir, o cheiro dele, suor masculino misturado a colónia. ‘Quarto 312’, disse eu, piscando. Ele hesitou, mas veio.

Subimos no elevador, silêncio elétrico, mãos quase tocando. Na minha quarto, a clim zumbia, lençóis brancos frios na cama king size. Fechei a porta, beijei-o devagar. Ele tremia, inexperiente. ‘Desculpa, nunca fiz isto assim’, murmurou. Ri baixo, tirei a blusa, sutiã de renda caindo. Seios livres, mamilos duros pelo ar fresco. Ele olhava, pau já duro nas calças. Puxei-o para a cama, abri o cinto dele. ‘Mostra-me’, sussurrei. Ele tirou tudo, caralho erguido, grosso, veias pulsando. Peguei no telemóvel, mostrei fotos minhas nua, cona depilada, para o excitar mais. Ele gemeu, mão na pila, masturbando-se frenético. Espiei da porta entreaberta, como uma voyeur. Molhei-me instantaneamente, dedos na minha calcinha, clitóris inchado.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Não aguentei. Entre, nua só com tanga preta, pelos pubianos escapando. Ele parou, espantado, mas gozou logo, jato branco no peito. ‘Merda!’, exclamou. Caí de boca no caralho ainda latejante, chupei o resto do porra, língua no freio, bolas cheias na mão. Salgado, quente. Ele arfou, ‘Oh foda-se, que boca!’. Limpei-o todo, chupei até endurecer de novo. Tirei a tanga, cona molhada brilhando à luz fraca. ‘Vem foder-me’, ordenei. Ele tremeu, mas obedeceu. Guiei o caralho à entrada, molhada de excitação. Entrou devagar, preenchendo-me, paredes da cona apertando. ‘Assim, devagar… agora forte!’. Ele acelerou, pancadas ritmadas, cama rangendo. Senti o pubis dele no meu clitóris, suor pingando, gosto salgado na pele. Virei de quatro, rabo empinado, ‘Enfia fundo!’. Caralho todo dentro, bolas batendo no cu. Gritei, ‘Fode mais, Diego, fode esta puta de passagem!’. Ele grunhiu, mãos nos meus seios balançantes, beliscando mamilos. O barulho dos aviões ao longe, urgência do voo amanhã. Gozei primeiro, cona contraindo, sumo escorrendo pelas coxas. Ele veio logo, enchendo-me de porra quente, jatos fortes no fundo.

O Sexo Intenso na Quarto e o Adeus Torride

Não acabou. Liguei para o quarto ao lado, chamei o amigo dele que vira no lobby, Vicente, outro jovem curioso. Entrou, olhos arregalados. ‘Junta-te’, disse eu, cona pingando porra. Ele despiu-se rápido, pila dura. Enquanto Diego me chupava a cona suja, Vicente meteu na boca. Chupei guloso, garganta funda, baba escorrendo. Trocaram, Vicente fodeu-me de missionário, Diego na boca. Senti duas pilas me usando, cheiro de sexo forte, clim gelada no suor. Gozei de novo, gritando abafado na pila. Eles gozaram juntos, um na cona, outro na cara, porra quente no rosto, gosto amargo na língua. Limpámos-nos aos beijos, corpos colados nos lençóis amarrotados.

De manhã, no check-out, trocámos sorrisos cúmplices no lobby. Aviões rugiam, calor moite voltava. No táxi para o aeroporto, toco-me discretamente, cona ainda sensível, porra seca nas cuecas. Ninguém sabe, anónimo perfeito. Liberdade de passageira. Ainda sinto o pulsar, o gosto. Volto a Lisboa mais viva, pronta para a próxima escale.

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