A Minha Escale Erótica no Rio: Salvada e Fodida por um Estranho

Estava a caminho das férias no Nordeste do Brasil, mas o voo atrasou. Escale imprevista no Rio, noite de sábado. Hotelzinho perto do aeroporto, lobby barulhento com o ronco distante dos aviões. Calor moite, suor colando a blusa fina no peito. Ar condicionado fraco, cheirava a sal e maresia misturado com perfume barato.

Saí pra dar uma volta, precisava arejar. Rua escura, umidade pesada, lâmpadas piscando. Três gajos apareceram do nada. ‘Ei, portuguesa gostosa, vem cá que a gente te esquenta nessa umidade toda.’ Ri nervosa, acelerei o passo. Mas eles seguiram. ‘Para, vadia, vamos te foder os três, meter no cu até implorar.’ Coração disparado, pernas tremendo. Corri, virei a esquina, trombei num tipo enorme. Mais de 1,90m, braços grossos como troncos. ‘Ajuda, senhor, eles querem me estuprar!’

A Noite Quente e o Encontro Perigoso

Ele virou, olhos frios. Os três pararam, rindo. ‘Obrigado por pará-la, grandão, agora a gente come ela. Quer um pedaço?’ Ele olhou pra mim: ‘Queres isso, miúda?’ ‘Não, pelo amor de Deus!’ Os gajos avançaram, um sacou uma navalha. ‘Sai da frente ou te corto.’ Ele nem piscou. ‘Ela vai comigo. Vão-se embora.’ O líder atacou, cortou a mão dele. Sangue escorreu. Eu congelei. Mas ele agarrou as orelhas do tipo, deu uma cabeçada que explodiu o nariz. Sangue jorrou. ‘Não gosto que me toquem.’ Os outros fugiram. Ele quebrou a navalha com o pé, amarrou a mão com a echarpe do agressor. ‘Vem, estes putos são doidos.’ Agarrei o braço dele, tremendo. Herói de filme, mas real. Cheiro de suor masculino, forte.

Levei-o pro meu quarto. ‘Entra, cuido dessa mão.’ Luz crua do banheiro, corpo dele imenso. Tirei a camisa, antebraços tatuados, peitorais duros. Desinfetei, coração batendo. ‘Queres comer algo? Não jantei.’ Sirvi pão, queijo, cerveja gelada. Sentamos na cama, lençóis ásperos de hotel. ‘Todos dizem que és linda. Quase deixava aqueles te foderem, mas só como com quem quer. Amanhã pego outro voo… queres?’ Olhei o volume na calça. Liberdade do anonimato, ninguém me conhece aqui. ‘Sim, mas devagarinho.’ Beijei-o, boca quente, língua invasora.

Sexo Cru e Anal Inesquecível na Quarto de Hotel

Ele me despiu devagar. Peitos expostos pro ar gelado da clim. Chupou os mamilos, suave, depois mordeu leve. Desceu, abriu minhas pernas. ‘Que coninha molhada.’ Lambeu o clitóris, sugou, meteu a língua funda. Gemi alto, mãos no cabelo dele. ‘Agora o cu.’ Virei de bruços, ele cuspiu no buraco, enfiou o dedo. ‘Relaxa.’ Dois dedos, esticando. Meu cu virgem latejava, mas excitada. Ele se despiu: caralho enorme, grosso, veias pulsando. 22cm fácil. ‘Vou te foder primeiro a cona.’ De quatro, ele entrou devagar. ‘Caralho, que apertada.’ Bombava forte, bolas batendo na pele suada. Dedo no clitóris, outra mão apertando o peito. Gozei gritando, corpo tremendo, gosto de sal na pele dele.

Parou, caralho duro ainda. ‘Agora o cu, queres?’ Hesitei. ‘Tenho medo… dói.’ ‘Aqueles te arrombaram sem dó. Eu faço bem.’ Creme do nécessaire, ungiu o cu. Lambeu de novo, dedo na cona. ‘Abre as nádegas.’ Fiz, ele pressionou a cabeça grossa. Dor aguda, gritei. ‘Respira.’ Glande passou, centímetro por centímetro. ‘Vai, está entrando todo.’ Cheio, queimava, mas dedo no clitóris aliviava. Começou a meter devagar, depois mais fundo. ‘Teu cu mama meu caralho.’ Acelerei, prazer misturado com ardor. Gozei de novo, cu piscando. Ele grunhiu, gozou dentro, quente jorrando. Ficamos ofegantes, suor pingando nos lençóis.

Acordei sozinha, sol filtrando pelas cortinas finas. Cu ardendo, latejando gostoso, cona inchada. Ele sumiu sem rastro, voo dele partiu. Anonimato perfeito. No avião pra Recife, pernas moles, lembro o cheiro dele, o ronco dos motores misturado aos gemidos. Liberdade de viagem, prazer que fica na memória. Quero mais escales assim.

Leave a Comment