Escala Imprevisível: Minha Noite de Foda Selvagem com um Estrangeiro Tímido

Estava de volta de um negócio em Paris, escala imprevisível no aeroporto de Barcelona por causa de uma greve. Calor moite da noite catalã, suor a colar a blusa nos peitos. Check-in no hotelzinho perto do aeroporto, lobby vazio, só o zumbido dos motores ao fundo. Eu, portuguesa de 32 anos, solteira e tarada por desconhecidos. Liberdade total, ninguém me conhece aqui.

Sento-me no bar, copo de vinho na mão, pernas cruzadas mostrando a saia curta. Vejo-o: rapaz magro, uns 25 anos, estrangeiro, talvez francês, olhos baixos, tímido como o caralho. Está sozinho, mexendo no telemóvel, cara de quem mede o pau e chora. Sorrio, aproximo-me. ‘Ei, escala chata, não? Queres companhia?’ Ele cora, gagueja: ‘Oui… sim, por favor.’ Chamava-se Pierre, de Lyon, a caminho de casa. Conversa fiada sobre viagens, mas sinto a tensão. Olhos dele nos meus decotes, eu roço a perna na dele debaixo da mesa. ‘Quarto 205. Vem ter comigo daqui a 10 minutos. Sem promessas.’ Ele engole em seco, acena.

A Escale e o Encontro no Lobby: Tensão a Ferver

Subo, ligo a clim no máximo, ar gelado contra a pele quente. Ouço a porta bater. Ele entra, hesitante. ‘Não mordes, sabes?’ Rio, puxo-o pela camisa. Beijos urgentes, língua dele tímida no início, mas eu guio. Mãos dele nos meus seios, eu gemo baixo. ‘Tira a roupa, devagar.’ Ele obedece, pau semi-duro, uns 14 cm, nada de monstro, mas perfeito para mim. ‘Gostas?’ pergunto, mão na verga dele, dura como pedra. ‘Sim… mas…’ Calo-o com a boca, chupo o pré-gozo salgado.

A Foda Intensa na Quarto: Tudo Permitido no Anonimato

Deito-me na cama, lençóis ásperos de hotel, cheiro a desinfetante misturado com o meu molho. ‘Vem, lambe-me a cona.’ Ele mergulha, língua desajeitada no clitóris inchado. ‘Assim, caralho, mais forte!’ Gemo alto, o barulho dos aviões abafa tudo. Gozo na boca dele, pernas a tremer, suco escorrendo pelo rabo. ‘Agora fode-me.’ Ele entra devagar, cona apertada a engolir os 14 cm todos. ‘Que delícia, enche-me bem!’ Ele acelera, bolas batendo no meu cu, suor pingando, gosto salgado na pele dele. Virosa de quatro, ele agarra os quadris, meto o cu para trás. ‘Mais fundo, fode como homem!’ Ele grunhe, pau a pulsar nas paredes da cona, eu esfrego o clitóris. ‘Vou gozar… porra!’ Ele explode dentro, porra quente a jorrar, eu venho atrás, cona a contrair em espasmos.

Ficamos ofegantes, clim gelada nos corpos suados. ‘Foi incrível’, murmura ele, envergonhado. ‘Tu és perfeito assim.’ Abraço rápido, ele veste-se. ‘Adeus, Pierre. Segredo nosso.’ Saio cedo no dia seguinte, avião ronca, corpo ainda dói gostoso. Lembro o pau dele na cona, o cheiro de sexo no quarto, anonimato salvo. Sorrio sozinha. Próxima escala, outra foda.

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