Encontro Escaldante numa Praia Naturista: Minha Escale Inesperada

Estava de escale em Málaga, Espanha, a caminho de um congresso em Madrid. O voo atrasou, e eu tinha a noite livre num hotelzinho perto da costa. O calor moite do fim de tarde grudava na pele, o ar cheirava a sal e algas. Decidi ir à praia naturista ali ao lado, só pra me soltar, longe de Lisboa, onde ninguém me conhece. Tirei tudo, deitei na areia quente das dunas, o sol batendo nos seios, a brisa arrepiando os mamilos. Livre, excitada com o desconhecido.

Ele apareceu do nada, um tipo uns 30 anos, estrangeiro, talvez francês, corpo definido, pele bronzeada. Instalou-se a metros de mim, nu, a picha depilada balançando, bolas cheias e redondas. Troca de olhares. Eu sorri, ele retribuiu, tímido. Fiquei obcecada: queria tocar aquela picha, sentir o calor. Ele acendeu um cigarro, o cheiro misturou-se ao sal. ‘Tens lume?’, perguntei, só pra puxar conversa, embora não fume. Ele se aproximou, de pé à minha frente, a picha ao nível dos meus olhos, semi-dura já. Entregou o isqueiro, a perna roçou a minha. Sentei-me, pernas cruzadas, e a mão dele escorregou na minha coxa. ‘Estás sozinha?’, murmurou, voz rouca. ‘Sim… e tu?’. A tensão subia, o coração acelerado, o som das ondas ao fundo, aviões distantes rugindo no céu. A mão dele subiu, roçou a minha cona molhada. Eu… hesitei, mas peguei na picha dele, dura como pedra, quente, veias pulsando. Comecei a masturbar devagar, ele gemeu baixo.

A Chegada à Praia e a Tensão com o Desconhecido

Não aguentei. ‘Vem…’, disse, puxando-o para as dunas mais fundas, areia fofa sob os pés, o sol poente tingindo tudo de laranja. Caímos de joelhos, face a face. Ele me beijou com fome, língua invasora, gosto de sal e fumo. As mãos dele apertaram os meus seios, beliscando os mamilos duros. Eu gemi, ‘Chupa-me…’. Ele mergulhou entre as minhas pernas, a língua no clitóris, lambendo voraz, os dedos abrindo a cona encharcada. ‘Estás tão molhada, caralho…’, rosnou. Eu tremia, o prazer subindo como onda, o ar quente na pele suada. Virei-o, peguei a picha grossa na boca, engoli até à garganta, sentindo o cheiro almiscarado, o pré-gozo salgado. Ele fodia a minha boca, mãos no cabelo, ‘Assim, puta…’. Deitei-me na areia, ele montou-me, a picha enfiando-se na cona de uma vez, fundo, rasgando. ‘Fode-me forte!’, gritei. Ele bombava, bolas batendo no cu, suor pingando, gemidos ecoando. Virei de quatro, ele meteu por trás, dedo no cu, eu gozei primeiro, cona apertando, esguichando na areia. ‘Vou gozar!’, ele urrou, puxou e jorrou sêmen quente na minha cara, na boca, grosso e viscoso. Lambi tudo, o gosto amargo e salgado, enquanto ele tremia.

Depois, ofegantes, limpámo-nos na água morna do mar, o céu escurecendo, motores de aviões ao longe. Ele sorriu, ‘Foi incrível…’. Eu ri, ‘Anónimo, como deve ser’. Voltei ao hotel, corpo dolorido, cona inchada, o cheiro dele nos lençóis frios da clim. No dia seguinte, embarquei, a memória daquele pau duro, do sêmen na pele, ainda latejando entre as pernas. Liberdade de passageira, ninguém sabe, mas eu volto sempre por mais.

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