Estava em escala em Paris, voo para Lisboa atrasado por uma greve idiota. Hotel perto do Charles de Gaulle, aqueles motores rugindo ao fundo, dia e noite. Calor moite lá fora, mas o lobby gelado pela clim. Eu, Ana, portuguesa de 35 anos, solteira e tarada por aventuras, check-in no balcão. Quarto 312, disse a rececionista. Subi, salto alto clicando no chão frio, saia justa colando nas coxas suadas.
Abri a porta devagar, luz amarelada do abajur. E lá… um homem na cama. Nu, pau meio murcho, brilhando de suor ou porra recente. Eu parei, coração aos pulos. ‘Merda, errei o quarto?’, pensei. Mas ele sentou-se, barba escura, olhos famintos. ‘Desculpa, mademoiselle, este é o meu quarto’, disse em francês suave, Corentin, juiz de Amiens, corpo atlético, 40 anos.
A Chegada ao Hotel e o Encontro Inesperado
Eu devia ter saído a correr. Mas longe de casa, ninguém me conhece, urgência do voo amanhã… senti a cona pulsar. ‘Talvez não seja erro nenhum’, respondi em inglês, voz rouca, fechando a porta. Ele riu, lençol caindo, pau mexendo. ‘Você é ousada. Bebida?’. Copos na mesa, vinho tinto forte, gosto ácido na língua. Sentamo-nos na cama, pernas roçando. Contei do meu negócio em França, ele do tribunal, mas olhos nele, cheiro de homem, selo na pele.
‘Toca-me’, sussurrei, mão na coxa dele. Ele puxou-me, beijo molhado, língua invadindo, mãos apertando rabo. Eu gemi, saia subindo, calcinha encharcada. ‘Estás molhada pra caralho’, murmurou, dedo entrando na cona, escorrendo. Eu ri, nervosa, excitada. ‘Fode-me agora, antes que eu suma.’
Ele rasgou a blusa, mamas saltando, mamilos duros. Chupei o pau dele, endurecendo na boca, veias pulsando, gosto salgado de pré-gozo misturado suor. ‘Caralho, que boca gulosa’, grunhiu, mãos no cabelo. Deitei de costas, pernas abertas, clim gelada arrepiando pele quente. Ele lambeu a cona, língua no clitóris, eu contorci, ‘Mais, fode com a língua!’. Dedos dentro, dois, três, esticando, molho pingando nos lençóis ásperos do hotel.
A Foda Intensa e o Adeus Apressado
Montou-me, pau grosso entrando devagar, preenchendo tudo. ‘Que cona apertada, puta portuguesa’, rosnou, bombando forte. Eu cravei unhas nas costas dele, ‘Fode mais fundo, rasga-me!’. Camas rangendo, cabeceira batendo parede, gemidos ecoando, motores aviões abafando. Posições loucas: de quatro, ele batendo rabo, bolas chapinhando; eu por cima, cavalgando, mamas balançando, suor escorrendo vales. ‘Vou gozar!’, gritou, puxando cabelo. Eu veio primeiro, cona apertando pau, jatos quentes dentro, porra transbordando coxas.
Ficamos ofegantes, corpos colados, ar condicionado secando suor. ‘Inesquecível’, disse ele, beijando pescoço. Eu vesti rápido, calcinha molhada de porra, ‘Volto amanhã? Não, voo cedo’. Saí, pernas bambas, elevador descendo, lobby vazio. No meu quarto verdadeiro, deitei, dedo na cona ainda sensível, revivendo.
Agora, no avião, turbulência leve, lembro o cheiro dele, gosto salgado na boca, pau latejando. Anonimato total, Corentin em Amiens, eu em Lisboa. Liberdade de passageira, foda sem amanhã. Ainda sinto o formigueiro, quero mais escalas assim. Quem sabe a próxima?