Estava de regresso de um negócio em Madrid, voo atrasado por uma tempestade. Escale forçada no aeroporto de Lisboa, noite inteira à espera. O meu marido, sempre liberal, disse-me por mensagem: ‘Aproveita a liberdade, amor.’ Sorri. Peguei no trolley e fui para o hotel mesmo ao lado da pista. O lobby cheirava a café forte e ar condicionado gelado. Sentei-me no bar, pernas cruzadas, saia justa subindo um pouco.
Ele apareceu do nada. Alto, barba por fazer, olhos castanhos famintos. ‘Boa noite, viagem complicada?’, perguntou com sotaque espanhol. Sorri, ‘Pois é, e tu?’ Chama-se Miguel, também em escale, voo para Barcelona ao amanhecer. Copos tilintavam, conversámos sobre a merda do tempo, mas os olhares diziam mais. A mão dele roçou a minha no balcão, electricidade. ‘Quarto 312, se quiseres companhia’, sussurrou. Coração acelerou. Ninguém nos conhece aqui. Levantei-me, ‘Vamos ver.’
O Encontro Casual no Lobby e a Tensão Crescente
Subimos no elevador, silêncio pesado, calor moite apesar da clim. Portas fecharam, ele encostou-me à parede, beijo voraz, língua invadindo. Mãos nas minhas coxas, subindo a saia. ‘Estás molhada já?’, murmurou. ‘Descobre’, respondi ofegante. Chegámos ao quarto, luz fraca, som distante dos motores. Joguei a mala no chão, ele trancou a porta.
Empurrou-me para a cama, lençóis ásperos de hotel. Rasgou o meu top, sutiã voou. Chupou os meus peitos, dentes nos mamilos duros. ‘Que tetas perfeitas’, grunhiu. Desabotoei-lhe a camisa, pele salgada de suor. Calças dele caíram, caralho enorme, veias pulsantes, cabeçona roxa. Segurei-o, masturbando devagar. ‘Chupa-me’, ordenou. Ajoelhei, engoli todo, garganta funda, saliva escorrendo. Ele gemia, mãos no cabelo. ‘Porra, que boca gulosa.’ Lambi as bolas lisas, aspirei o saco, língua no cu dele por cima.
O Sexo Cru e Urgente na Quarto de Hotel
Deitei-me, pernas abertas. Ele mergulhou na minha cona, molhada como nunca. Dois dedos dentro, polegar no clítoris inchado. ‘Estás ensopada, vadia.’ Lambuzei-me toda, língua rápida no grelo. Gozei na boca dele, sumo escorrendo pelo queixo. ‘Agora fode-me forte.’ Montou-me, caralho forçando entrada, esticando as paredes. ‘Que cona apertada.’ Bombava, coxas batendo, suor pingando. Virei de quatro, ele agarrou os quadris, metia até ao fundo. ‘Mais, rasga-me!’ Gritava baixo, medo dos vizinhos. Virou-me de novo, pernas nos ombros, pilha ao pescoço. Gozou dentro, jactos quentes enchendo-me, eu tremia num orgasmo violento.
Ficámos ofegantes, clim zumbindo, cheiro de sexo no ar. Abraçados, falou da mulher distante, eu do marido aberto. ‘Isto fica aqui’, disse. Beijámo-nos lento, ele endureceu outra vez. Cavalgu ei-o, cona escorregadia no caralho dele, balançando peitos. Gozei de novo, unhas nas costas. Ele veio na boca, engoli tudo, gosto salgado-amargo.
Ao amanhecer, chuveiro rápido, água escaldante lavando o pecado. Troca de olhares cúmplices no lobby, sem números, sem promessas. Voltei ao avião, corpo dormente de prazer, cona latejante. O sol nascia, motores rugiam. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o gosto dele na pele, a urgência daquela noite livre. Volto a ser a esposa perfeita, mas esta memória arde para sempre.