Estava de regresso de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escale imprevista no aeroporto de Lisboa, noite quente e húmida. Entrei no hotel anexo, ar condicionado gelado a bater na pele suada. No lobby, vi-o: jovem, fato amarrotado, olhos nervosos, talvez 25 anos, estrangeiro. Cruzei-me com ele no ascensor. Ele entrou atrás, perfume misturado com suor. Senti o olhar dele nas minhas curvas, o vestido justo colado à pele pelo calor.
Ele ficou atrás de mim, demasiado perto. O ascensor parou de repente, luzes piscaram. Perdi o equilíbrio, o cu dele pressionou contra mim. Senti a ereção dura, latejante no meu rabo. Ele congelou, corado, suado. Não me mexi. Deixei-o ali, colado, o pau dele a pulsar. Saí no meu andar sem olhar para trás, mas deixei o número num papel no bolso dele, escrito às pressas: ‘Senti-te. Quarto 312. Agora.’
A Tensão no Lobby e Ascensor
O telemóvel vibrou. ‘Quem é? Desculpa o ascensor…’ Respondi: ‘A portuguesa que te deixou duro. Envia foto da tua pila agora, ou esquece.’ Ele obedeceu, foto tremida das casa de banho masculinas: pila grossa, raspada, dura como pedra. ‘Vem já’, mandei. Bati à porta, entrei. Quarto com cortinas corridas, ar condicionado zumbindo, som distante de motores.
Empurrei-o para a cama, rasguei a camisa. ‘Tira tudo menos a gravata.’ Ele obedeceu, pila apontada para o teto. Chupei-o devagar, língua no prepúcio salgado de suor, bolas cheias. Ele gemia, mãos no cabelo. ‘Não toques!’ Montei-lhe na cara, a cona molhada no nariz. ‘Lambe, cabrão.’ Língua dele a fender-me, clito inchado, gosto a sal e mel. Gozei rápido, esguichando na boca dele.
O Sexo Selvagem na Quarto Escura
Virei-me, engoli a pila até à garganta, bolas na cara. Ele fodia-me a boca, urgente. ‘Vou gozar!’ Segurei as bolas, apertei. ‘Ainda não.’ Deitei-me de pernas abertas, lençóis frios no suor. ‘Fode-me forte, como se o avião partisse já.’ Entrou de rompante, cona esticada, pila a bater no colo do útero. Calor húmido, pele a chapinhar, cheiro de sexo e clim. Fodia-me selvagem, mamas a balançar, unhas nas costas.
‘Mais fundo, fode esta cona portuguesa!’ Virei de quatro, ele meteu no cu sem aviso, lubrificado pela minha molha. Dor prazerosa, pila a rasgar. Bati no rabo dele, ‘Mais rápido!’ Gozou dentro, jatos quentes a encher-me. Eu masturbava o clito, gozei de novo, corpo a tremer, grito abafado nos travesseiros ásperos do hotel.
Ficámos ofegantes, suor salgado na pele, corações aos saltos. ‘Veste-te e vai’, disse eu, ainda nua nos lençóis amarrotados. Ele saiu, porta bateu suave. Tomei duche rápido, água escaldante a lavar o esperma que escorria. Vesti-me, mala pronta. No avião, horas depois, o corpo ainda formigava, cona dolorida, memória do pau desconhecido. Ninguém nos conhece, só prazer fugidio. Sorri pela janela, noite moite lá em baixo, pronta para mais aventuras.