Escala Quente em Paris: Seduzi um Desconhecido no Hotel

Estava de volta de férias no Algarve, sol escaldante na pele, mas uma escala imprevista em Paris fodeu tudo. Chuva fina lá fora, aeroportos lotados. Apanhei um quarto num hotelzinho perto do Charles de Gaulle, lobby vazio, ar condicionado a gelar os ossos. Sentei-me no bar, saia curta colada às coxas suadas, copo de vinho tinto na mão. O gosto ácido acordava-me.

Ele surgiu do nada. Tipo magro, olhos fundos, barba por fazer, cheiro a álcool misturado com tabaco. Sentou-se ao lado, tremendo um bocado. ‘Perdido?’, perguntei, voz baixa, sorriso maroto. ‘Tudo’, murmurou ele, voz rouca. Contou-me merdas da vida: sozinho, sem nada, obcecado por mulheres mas sem tocar em nenhuma. Olhava-me como se eu fosse a salvação. A mão dele roçou a minha, acidental. Senti o calor subir. ‘Quarto 207’, sussurrei, piscando. Ele engoliu em seco. O barulho dos aviões ao longe vibrava no peito.

A Escale Imprevista e a Tensão no Lobby

Subimos. Elevador apertado, respiração pesada. Chegámos à porta, eu empurrei-o contra a parede do corredor, beijei-o com força. Língua dele áspera, gosto a vinho barato e desespero. ‘Entra’, disse, abrindo. Quarto frio, lençóis ásperos de hotel, luz fraca. Janelas tremiam com os motores. Tirei a blusa devagar, seios livres, mamilos duros do frio. Ele babava, mãos trémulas nas calças.

Empurrei-o para a cama. ‘Tira tudo’, ordenei. Ele obedeceu, caralho meia-bomba, mas endureceu logo. ajoelhei-me, chupei-o fundo, saliva escorrendo, bolas salgadas de suor. ‘Porra, que boca…’, gemeu ele. Chupei mais forte, garganta apertada, olhos no dele. Ele gemia, mãos no meu cabelo. Levantei-me, tirei a saia e cuecas molhadas. Cona latejando, depilada, pronta. Montei nele, guiei o caralho grosso para dentro. Molhada que nem um rio, entrou fácil, enchendo-me toda. ‘Fode-me forte’, disse, cavalgando. Ele agarrou as minhas nádegas, batendo de baixo, pele a chapinhar.

A Foda Selvagem na Quarto Fria do Hotel

Virei de quatro, ele meteu por trás, pausadas brutas. Sentia o caralho pulsar, bolas batendo no cu. ‘Mais fundo, cabrão!’, gritei. Ele obedeceu, dedos no clitóris, eu gozei primeiro, corpo a tremer, cona apertando-o. Ele veio logo, jorrou quente dentro, gemendo como animal. Caímos suados, cheiro a sexo no ar, clim a zumbir. Limpámos-nos com toalhas ásperas, rimos nervosos. ‘Nunca tive assim’, confessou ele, voz quebrada.

De manhã, alarme do avião. Beijei-o rápido, vesti-me. ‘Foi só isto, ninguém sabe’, disse, saindo. No táxi para o aeroporto, corpo ainda doía gostoso, cona sensível, sabor dele na boca. Calor húmido da noite, lençóis amarrotados na memória. Livre, anónima, parti. Aquela urgência do adeus fez tudo perfeito. Ainda sinto o pulsar.

Leave a Comment