Escala Imprevista: Meu Encontro Lésbico Quente no Hotel do Aeroporto

Estava voltando de férias no sol do Algarve, corpo ainda bronzeado, cheirando a sal e protetor solar. Mas o voo atrasou por uma tempestade bruta em Lisboa. Escale imprevista. Check-in no hotel colado ao aeroporto. Ar condicionado gelado batendo na pele suada, barulho dos motores ao fundo. No lobby, ela. Rosa, 25 anos, cabelo castanho ondulado, vestido leve de verão. De Porto, também presa aqui. Olhos castanhos, seios firmes marcando o tecido fino.

Conversamos no bar. Ela snobava um pouco. ‘ És tão… exposta, com esse decote ‘, disse, corando. Ri. ‘ Longe de casa, ninguém me conhece. Liberdade, sabes? ‘ Ela moralizava: portas abertas no banho, palavrões, impudica. Onde arranjou essa palavra antiga? O céu escurecia, ar húmido. ‘ Vamos dar uma volta? Esticar as pernas antes do sol se pôr. ‘ Aceitou, relutante. ‘ Ok, mas rápido. ‘

A Tempestade e a Tensão com a Desconhecida

Lá fora, calor moite, vento quente. Chuva fina no início. De repente, torrenencial. Corremos para um abrigo de árvores perto do hotel. ‘ Árvores em temporal? Pior ideia! ‘, gritou ela, puxando-me de volta. Atrás dela, vi tudo. Camisa colada, sem sutiã, mamilos duros apontando. Saia leve, vento levanta, sem cuecas. Bunda redonda, perfeita, cona depilada a brilhar molhada. Parei, excitada. ‘ Rosa, sem nada por baixo? Gostas do vento na cona? ‘

Ela virou, furiosa. ‘ Cala-te! ‘ Escorregou numa poça de lama, platô ventre. Chorava de raiva, corpo tremendo, barro escorrendo pelas coxas. Tive pena. Ajoelhei, limpei com folhas. ‘ Desculpa… não quis. Levanta. ‘ Ela soluçava. Toquei o rosto, desci à bunda, lama escorregadia. ‘ Deixa-me ajudar. ‘ Beijei-a devagar. Lábios macios, gosto de chuva e sal. Ela correspondeu, língua faminta. ‘ Vem, pro hotel. Ninguém sabe. ‘

Foda Selvagem e o Adeus Apimentado

No quarto dela, porta bateu. Clim ronronando, lençóis brancos frios. Arrancamos roupa molhada. Corpos nus, pele quente contra pele. ‘ Quero-te tanto ‘, murmurou ela, mãos nas minhas tetas. Chupei mamilos rosados, duros como pedras. Desci, lama ainda nas coxas. Lamba cona dela, molhada de chuva e tesão. Sabor salgado, doce, clitóris inchado pulsando na língua. ‘ Ai, fode-me com a boca! ‘, gemeu. Dedos dentro, dois, três, bombeando forte. Ela arqueou, gritou, gozou jorrando na minha cara.

Virei-a de quatro, cu empinado. Lamba aí também, rosinha apertada. ‘ Enfia os dedos no cu! ‘, pediu rouca. Fiz, enquanto chupava cona. Ela tremia toda. Peguei o vibrador da mala dela – certinha mas preparada. Enfiei devagar na cona, vibração alta. ‘ Caralho, vai! Fode-me como puta! ‘ Bombeava rápido, ela rebolava, suores misturados. Gozei com ela, cona latejando nos dedos dela dentro de mim. Urgência total – voos partiam em horas. Tudo permitido, anónimos.

Depois, deitada nos lençóis amarrotados, respiração pesada. ‘ Foi… incrível. Ninguém fica a saber. ‘ Ela vestiu primeiro, beijou-me. ‘ Boa viagem. ‘ Saiu, deixando cheiro de sexo no ar. Eu no chuveiro, água quente lavando lama e porra, sorriso no espelho. Voo chamou. Corpo ainda formiga, cona sensível. Memória fresca: gosto dela na boca, gemidos ecoando. Liberdade de passagem, prazer puro. Volto a casa, mas levo isso comigo. Sempre.

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