A Minha Escale Quente no Hotel do Algarve

Estava de férias no Algarve, sol a ferver o dia todo. O voo atrasou, cheguei ao hotel em Faro já noite alta. O lobby estava cheio de gente cansada, ar condicionado gelado a bater na pele suada, cheiro a sal do mar misturado com perfume barato. Sentei-me no bar, pedi um gin tónico bem forte. Ao lado, um tipo alto, estrangeiro, uns 40 anos, pele morena, olhos pretos que me devoravam. Espanhol, pelo sotaque. ‘Boa noite, linda’, disse ele em inglês trapalhão. Sorri, respondi em português devagar. ‘Vens de onde?’ Conversa solta, risos, copos tilintam. A mão dele roça a minha coxa por baixo do balcão. Senti o calor subir, a cona já húmida. Ninguém nos conhece aqui, longe de casa, liberdade total. ‘Queres subir ao meu quarto? Amanhã parto cedo’, murmurou ele, voz rouca. Hesitei um segundo, o coração a bater forte. ‘Sim, vamos.’

O elevador demorou uma eternidade, mãos por todo o lado, beijos molhados, língua dele a saber a gim e tabaco. Porta do quarto bateu, luz fraca, cama king size com lençóis brancos frios. Ele arrancou-me o vestido leve, sutiã voou. ‘Que tetas perfeitas’, grunhiu, chupando os mamilos duros. Eu abri-lhe a braguilha, pau enorme saltou, grosso como o pulso, veias inchadas, cabeça vermelha a pingar pré-gozo. ‘Caralho, que paú enorme’, disse eu, ajoelhando. Tomei-o na boca, engoli o máximo, saliva escorrendo, bolas peludas no queixo. Ele gemia, ‘Mamã bem, puta portuguesa’. Puxou-me o cabelo, fodi a boca dele fundo. Deitei-me na cama, pernas abertas, cona depilada a brilhar de molhado. ‘Fode-me agora, rápido’. Ele cuspiu na mão, esfregou no caralho e enfiou de uma vez. ‘Ahhh, porra, estás tão apertada’, rosnou. Batia forte, couro com couro, suor salgado na pele dele, gosto no ar. Virei de quatro, rabo ao alto, ele meteu no cu sem aviso, lubrificado pela minha baba. ‘Gostas no cu, né?’ ‘Sim, fode o meu cu, mais fundo’. Gozei primeiro, cona a pulsar vazia, corpo a tremer, lençóis amarrotados. Ele acelerou, grunhidos altos, aviões roncam ao longe pela janela entreaberta, ar húmido da noite entra. ‘Vou gozar, toma a porra’. Encheu-me o cu de leitinho quente, escorria pelas coxas. Limpou o pau na minha boca, engoli tudo, salgado e amargo.

O Encontro no Lobby Sob o Calor da Noite

De manhã, acordou cedo, beijo rápido. ‘Obrigado, foi foda’. Saiu sem nome, eu fiquei na cama, corpo dorido, cona e cu latejantes, cheiro a sexo nos lençóis. Tomei duche frio, água a lavar o suor e porra seca. Desci, check-out, sol já alto, calor moite volta. No carro para a praia, sorriso no rosto, anonimato perfeito. Ninguém sabe, mas sinto ainda ele dentro de mim, urgência do adeus tornou tudo mais intenso. Volto para casa renovada, pronta para mais aventuras.

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