Escala Quente: Seduzi um Estrangeiro no Lobby do Hotel

Estava de volta de um congresso em Barcelona, escala imprevista no aeroporto de Madrid. Chuva forte, voo atrasado por horas. Cansada, mas com aquela liberdade de estar longe de casa, onde ninguém me conhece. Entrei no lobby do hotel anexo, ar condicionado gelado a bater na pele suada. Pedi um quarto só para descansar. No bar, ele: alto, moreno, olhos castanhos que me devoravam. Brasileiro, em trânsito para o Rio. ‘Quer companhia para o copo?’, disse com sotaque quente. Sorri, coração acelerado. ‘Porquê não? O voo só sai de madrugada.’

Conversámos. Ele, Pedro, 35 anos, corpo atlético de quem faz surf. Eu, solteira, 28, com fome de aventura. O álcool subiu, mãos roçaram. Senti o cheiro dele, suor misturado com colónia. ‘Vens ao meu quarto? É pertinho’, sussurrei, excitada com o risco. Ele hesitou um segundo, pau já duro na calça. ‘Vamos.’ Corríamos pelo corredor, urgência no ar. Portas bateram, elevador vazio. Beijei-o ali, língua faminta, mão na braguilha.

A Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

Na quarto, luz fraca, zumbido distante dos aviões. Lençóis frios do hotel, clim a 18 graus. Arrancou-me o vestido, sutiã voou. ‘Que tetas perfeitas’, murmurou, chupando os mamilos duros. Eu gemi, unhas nas costas dele. ‘Fode-me já, não perdes tempo.’ Ele riu, despiu-se. Caralho grosso, veias pulsantes, cabeçona roxa. Caí de joelhos, chupei com vontade, saliva escorrendo, gosto salgado da pré-gozo. Ele gemeu: ‘Porra, que boca gulosa.’

O Sexo Intenso na Quarto de Hotel

Deitei-me na cama, pernas abertas. ‘Enfia esse pau na minha cona molhada.’ Ele obedeceu, entrou devagar, esticando-me toda. ‘Tão apertadinha, caralho.’ Começou a bombar, forte, ritmado. Cama rangia, suor pingava, pele colava na pele. Eu gritei: ‘Mais fundo, fode-me como uma puta!’ Virou-me de quatro, nalgada no cu, dedos no cu apertado. ‘Gostas assim, vadia?’ ‘Sim, rala-me toda!’ Ele acelerou, bolas batendo na minha excitação. Senti o orgasmo subir, cona a contrair, jatos quentes dele dentro de mim. ‘Gozei, porra!’ Ele explodiu, enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.

Ficámos ofegantes, corações a martelar. Ele lambeu o suor do meu pescoço, gosto salgado. ‘Inesquecível’, disse. Vestimo-nos rápido, beijo final. ‘Boa viagem.’ Saí, pernas bambas, cheiro dele na pele, porra ainda a pingar na cueca. No avião, de volta a Lisboa, o avião ronca ao fundo, noite moite. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Ainda sinto o caralho dele, o prazer cru. Volto a foder estranhos em escalas. A liberdade manda.

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