Escala Quente em Lisboa: Seduzi um Estrangeiro e Vivi o Prazer Sem Limites

Estava de regresso de férias no Algarve, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escalei em Lisboa, no aeroporto, e acabei por ficar no hotel ali perto. O ar condicionado do lobby era gelado, contrastando com a humidade pegajosa da noite. Sentei-me no bar, suada do calor, com um vestido leve colado à pele. Pedi um gin tónico para relaxar. Foi aí que o vi: um tipo de uns 45 anos, cabelo grisalho nas têmporas, fato impecável, ar de executivo estrangeiro. Olhos azuis, sorriso confiante. Sentou-se ao meu lado. ‘Boa noite, escalada também?’, perguntou com sotaque francês. Sorri, ‘Sim, que merda de voo’. Começamos a falar. Ele era de Paris, em negócios. O champagne veio, copos tilintando. Os olhares demoravam-se. Senti o calor subir, não era só o álcool. A liberdade de estar longe de casa, ninguém me conhece aqui. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo a mais’, murmurou, mão no meu joelho. Hesitei um segundo, mas o corpo disse sim. O elevador cheirava a limpeza industrial, corações acelerados.

No quarto, a clim zumbia baixo, lençóis brancos de hotel imaculados. Ele trancou a porta. ‘Mostra-me o que uma portuguesa quente como tu esconde’, disse, voz rouca. Tirei o vestido devagar, só em lingerie preta fina, cueca minúscula. Ele arregalou os olhos para a minha cona quase rapada. ‘Tira isso’, ordenou. Obedeci, pernas a tremer. Deitei-me na mesa baixa, pernas abertas. Ele pegou num charuto grosso, acendeu, soprou fumo no meu clitóris. ‘Nada de penetração? Vamos ver’. Aguçou-me com os dedos, senti o mel escorrer. Enfiou o charuto na cona, frio e grosso, devagar. Gemi alto, o cheiro de tabaco misturado com o meu cheiro. ‘Gostas, vadia?’, riu. Sim, porra, gostava. Outro tipo? Não, mas ele chamou um amigo pelo telemóvel? Não, ficamos sós, mas ele era safado. Foi ao mini-bar, trouxe chantilly. Cortou a renda do sutiã com tesoura do kit de costura, peitos grandes saltaram. Espirrou chantilly nos mamilos, lambeu voraz, dentes a roçar. ‘Delícia salgada’, grunhiu, provando o suor da minha pele.

O Encontro Casual no Lobby e a Tensão que Cresce

Senti frio na cona: enfiou uma garrafa de champagne vazia, gelada do frigobar, fodendo-me com ela ritmadamente. ‘Mais fundo?’, perguntou. Gritei sim, corpo arqueado, o som molhado ecoando. Tirei-lhe a camisola, pau médio mas duro. ‘100 euros a mais se chupares’, piscou. Dinheiro? Não precisava, mas a excitação… Abri a boca, engoli o caralho, língua no saco salgado. Ele fodia a boca, eu engasgava um pouco, saliva escorrendo. ‘A quatro patas na alcatifa’, mandou. Obedeci, rabo ao alto. ‘Queres na cona?’, ‘Sim, fode-me!’. Entrou forte, bolas batendo, suor pingando. Eu gemia, ‘Mais rápido, caralho!’. Mudou: dedo no cu, lubrificado com cuspe. ‘Anal?’, perguntei ofegante. ‘Vai doer gostoso’. Enfiou o pau magro no meu cu virgem, dor aguda, mas ele beliscava o clitó e mamilos. Adaptei-me, gozei gritando, ele jorrou dentro, quente e viscoso. Beijámo-nos suados, cheiro de sexo no ar, motores de aviões ao fundo.

Depois, de chuveiro rápido, vista para o Tejo negro. Ele adormeceu, eu vesti-me quieta. Saí antes do amanhecer, táxi para o aeroporto. No avião, cona latejante, cu dolorido mas satisfeito, sabor a porra na boca ainda. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Rio sozinha, lembro o sal da pele dele, o frio da garrafa, os gemidos. Foi só uma escala, mas que fogo. Da próxima, repito. A liberdade de passagem é viciante.

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