Estava em viagem de negócios para Barcelona, mas o voo atrasou e tive uma escala imprevista em Madrid. Cheguei ao hotel ao fim da tarde, o ar quente e húmido da rua ainda colado à pele. No lobby, com a climatização gelada a arrepiar-me os braços, pedi um copo de vinho no bar. Foi aí que o vi: alto, moreno, olhos escuros que me devoravam. Estrangeiro, talvez italiano, com um sorriso safado. ‘Boa noite, linda’, disse ele em espanhol rouco, sentando-se ao meu lado.
Começámos a falar. Eu, solta pela distância de casa, onde ninguém me conhece. Ele contava histórias de viagens, a mão dele roçava a minha coxa de vez em quando. Senti o calor subir. ‘Queres subir ao meu quarto? Só um copo a mais’, murmurou, o hálito quente no meu pescoço. Hesitei um segundo, mas o coração batia forte. ‘Sim, porquê não? Amanhã parto cedo.’ Subimos no elevador, o silêncio elétrico, os corpos quase a tocarem-se. A porta fechou-se e ele encostou-me à parede, beijando-me com fome, a língua invadindo a minha boca.
O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce
Ele parou de repente. ‘Hoje controlas-te, eu mando.’ Tirei a roupa devagar, sentindo o ar condicionado nos mamilos duros. Ele despiu-se, o caralho já meia-banda, grosso e veiudo. Deitou-me na cama, os lençóis frescos e ásperos. Beijou-me o corpo todo, chupando os seios, descendo à cona molhada. A língua dele no clitóris, dedos dentro de mim, mas parava sempre antes do gozo. ‘Não vens ainda, caralho.’ Eu gemia, ‘Por favor…’, arqueando as costas. Ele riu, ‘Aguenta.’ Pegou num lenço, bandeou-me os olhos. ‘Assim sentes mais.’ Amarrou-me as mãos atrás das costas com o cinto dele.
Empurrou-me de joelhos no chão, o tapete macio sob os joelhos. O cheiro dele, suor e desejo, enchia o ar. ‘Chupa-me.’ O caralho dele roçou as minhas faces, as bolas pesadas. Abri a boca, a língua no glande salgado. Ele fodeu-me a boca devagar, depois forte, segurando o queixo. ‘Assim, engole tudo.’ Gemi com ele na garganta, saliva a escorrer. As mãos dele nas minhas tetas, beliscando. Depois, virou-me, deitei-me de bruços na cama. ‘Agora o teu cu.’ O polegar molhado no meu ânus, circulando, entrando devagar. ‘Que cu apertado.’ Dois dedos na cona, o polegar no cu, bombeando. Eu tremia, ‘Fode-me, porra!’
O Sexo Selvagem na Quarto do Hotel
Ele não fodeu ainda. Virou-me, abriu as pernas, lambeu a cona com fome, sugando o clitóris. Estava no limite, o corpo a convulsionar. ‘Não!’, gritei quando parou. ‘Só eu gozo agora.’ Deitou-se, guiou-me para cima, mas não entrou. ‘Monta e esfrega.’ Esfreguei a cona no caralho dele, molhada, escorregadia. Finalmente, ‘Agora sim.’ Empurrou-me para baixo, o caralho todo dentro, enchendo-me. Fodia forte, os quadris a baterem, o som molhado. ‘Goza no meu pau.’ Mas controlava, saía antes. Virou-me de quatro, meteu no cu devagar, lubrificado com a minha excitação. ‘Que rabo guloso.’ Fodia o cu, uma mão no clitóris, mas parava. Eu implorava, ‘Deixa-me gozar!’
Ele acelerou, grunhindo, e gozou dentro da minha boca, jatos quentes e salgados. Engoli, o corpo a tremer de desejo não saciado. Desamarrou-me, beijou-me. ‘Amanhã continuamos, mas vais embora.’ Deitei-me nele, o suor a colar as peles, o som distante dos aviões.
De manhã, vesti-me às pressas, o corpo ainda latejava. Beijei-o rápido na porta, ‘Obrigada pela noite.’ No táxi para o aeroporto, o plug que ele me deu ainda no cu, vibrando baixinho no bolso. Ninguém sabe, mas sinto o prazer pulsar, a cona molhada nos jeans. Aquela liberdade de passagem, o anonimato… quero mais.