A Minha Escale Íntima e Quente no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios para o Porto, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale forçada em Lisboa, noite quente e húmida. Check-in no hotel do aeroporto, ar condicionado gelado no lobby, cheiro a café e suor misturado. Eu, portuguesa de 35 anos, saia curta preta, collants transparentes e saltos de 8 cm, cansada mas excitada pela liberdade. Ninguém me conhece aqui.

Sento-me no bar, copo de vinho na mão. Ele aparece: rapaz magro, loiro cacheado, óculos redondos, uns 20 anos. Tímido, olha para as minhas pernas enquanto pede uma cerveja. ‘Boa noite’, digo eu, cruzando as pernas devagar, o roçar dos collants faz um som seco. Ele cora, ‘Boa noite, senhora’. Sorrio, ‘Chama-me Ana. E tu?’. ‘João’, murmura, olhos fujam para os meus saltos. Falamos do atraso, do calor moite lá fora, aviões a rugir ao longe. Sinto a tensão: ele devora as minhas coxas com o olhar. ‘Gostas?’, pergunto direta, balançando o pé. ‘Sim… és linda’, gagueja. Toquei-lhe no braço, pele quente, salgada de suor. ‘Quarto 312. Vens?’, sussurro. Ele engole em seco, acena.

A Rencontre no Lobby e a Tensão Crescente

Subimos no elevador, silêncio pesado, respiração acelerada. Na quarto, luz fraca, lençóis brancos ásperos de hotel, AC a zumbir. Fecho a porta, viro-me: ‘Tira a roupa’. Ele obedece, trémulo, pica meia-mole já. Eu tiro a blusa, saia, fico de lingerie, collants e saltos. ‘Olha bem’, digo, sentando na cama, pernas abertas. Ele aproxima, pau endurece. ‘Tocas?’, pergunto. Mãos nas minhas coxas, sobe aos collants, geme. ‘Quero foder-te’, diz rouco. Rio, ‘Ainda não. Primeiro, prova’. Puxo-o, enfio a cara entre pernas. Língua na cona por cima das cuecas, molhadas já. ‘Tira!’, ordeno. Ele arranca, chupa o clitóris, dedos na entrada. ‘Assim, caralho, bom rapaz’. Gemo, calor moite na pele, gosto a sal.

O Sexo Selvagem na Quarto com Urgência do Voo

Deito-me, pernas no ar, saltos apontados. ‘Vem, fode as minhas pernas primeiro’. Ele ajoelha, pau entre coxas gainadas, frictiona forte, collants rasgam levemente. ‘Gostas de collants e saltos, né?’, provoco. ‘Sim, foda-se, adoro’. Acelera, pré-gozo escorre. ‘Agora a cona’, mando. Ele sobe, cabeçola roxa na minha entrada molhada. ‘Mete! Fode-me forte!’. Empurra, enche-me toda, pau virgem mas grosso. ‘Caralho, apertada!’, grita. Bomba sem dó, cama range, aviões roncam fora. Eu cravo unhas nas costas dele, ‘Mais fundo, vai, goza dentro!’. Mudo posição, de quatro, ele agarra ancas, bate forte, bolas batem no cu. ‘Vira, quero ver-te gozar’, digo. Deito de costas, pernas nos ombros dele, saltos roçam-lhe cara. Ele lambe um salto, fode selvagem, suor pinga, cheiro a sexo cru. ‘Estou a gozar!’, berra, jatos quentes enchem-me, cona pulsa, eu venho gritando, corpo treme, lençóis encharcados.

Ficamos ofegantes, ele cai ao lado, pau mole a escorrer. ‘Foi incrível’, murmura. ‘Sim, mas o meu voo é cedo’, digo, beijando-o. Limpamos rápido, ele veste-se, beijo na boca salgada. ‘Adeus, desconhecido’. Saio para o aeroporto, sol nasce, corpo ainda formiga, cona sensível, memória do pau dele dentro. Ninguém sabe, anonimato perfeito. Sorrio, liberdade de passagem, quero mais escalas assim.

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