A Minha Escale Torride com um Desconhecido no Hotel da Praia

Estava em viagem de negócios para Faro, mas o voo atrasou. Escale imprévue num hotel à beira-mar em Albufeira. Noite quente, ar moite, cheiro a sal e ondas ao fundo. Deixei os miúdos com os avós, livres como o vento. Fui ao spa: massagem californiana, mãos quentes deslizando na pele, depilei a cona toda lisa, fresca. Saí relaxada, mas com tesão acumulado.

No lobby, ar condicionado gelado nos ossos, luzes suaves, barulho distante de motores no aeroporto. Ele estava lá, sozinho, alto, olhos verdes, cabelo curto castanho, uns 36 anos, estrangeiro com sotaque francês. Bebia rosé. Olhares cruzados. Sorri, ele acenou. ‘Posso sentar?’, disse. ‘Claro’, respondi, coração acelerado. Chamava-se Stéphane. Falámos de viagens, mar, liberdade longe de casa. Vinho a descer, risos fáceis. Sentia o calor subir, pernas roçando debaixo da mesa. ‘Estás linda’, murmurou, mão no meu joelho. ‘E tu perigoso’, brinquei, mordendo o lábio. Ninguém nos conhecia. Urgência do amanhã: voo cedo, ele também partia.

A Chegada ao Hotel e o Encontro no Lobby

‘Tens quarto aqui?’, perguntei. ‘Vem ver’, convidou. Subimos, elevador cheirava a ele, perfume amadeirado misturado com suor. Porta fecha, clim ronca baixo. Beijamo-nos famintos, línguas quentes, gosto a vinho. Mãos dele nas minhas tetas firmes, apertam os mamilos duros. ‘Quero foder-te agora’, rosna. ‘Fode, caralho, sem preservativo não, mas chupa-me primeiro’. Deito-me na cama, lençóis ásperos de hotel, ele baixa-me as cuecas. Língua na cona molhada, lambe devagar, depois voraz. ‘Estás encharcada’, diz, dois dedos dentro, bombeia. Gemo alto, ‘Mais fundo, porra!’. Puxo-lhe o cabelo, empurro a cara contra mim. Cheiro a sexo, suor salgado na pele dele.

Levanto-me, ajoelho. Desabotoo calças, caralho grosso salta, cabeçudo, veias pulsantes, como o meu brinquedo em casa. ‘Gosto disto’, digo, lambo a ponta, salgado pré-gozo. Engulo todo, garganta apertada, babo nele. Ele geme, ‘Que boca gulosa!’. Espelho enorme reflete: eu de quatro na boca dele, cona exposta. ‘Imagina outro’, sussurro, ele ri, ‘Só tu bastas’. Viro-me de costas, ele enfia na cona devagar, estica-me toda. ‘Fode forte!’, mando. Bombeia selvagem, bolas batem no cu, slap slap. Mão dele no clitóris, rolo os quadris. ‘Vira, quero o cu’, peço. Dedos molhados entram, um, dois, arromba suave. ‘Vai, mete o caralho!’. Ele lubrifica com a minha baba, empurra devagar. Dói bom, enche-me o cu todo. ‘Que cu apertado!’, grunhe. Fodo para trás, vejo no espelho o caralho entrar e sair, pele colada suada.

O Sexo Selvagem e Sem Filtros na Quarto

Grito, orgasmo explode, cona contrai vazia, ele acelera. ‘Vou gozar!’, avisa. Puxo fora, gozo na boca, engulo quente, grosso. Ele treme, cai ao lado. ‘Incrível’, suspira. Abraço rápido, cheiro a sexo na pele.

De manhã, beijo de despedida no lobby. ‘Segredo nosso’, digo. Avião ruge, decolo com o cu latejante, cona inchada. Memória fresca: gosto dele na língua, urgência do desconhecido. Ninguém sabe, prazer guarda-se no corpo. Volto à rotina, mas sorrio sozinha. Foi só uma escale… ou não?

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