A Minha Escale Quente no Hotel do Aeroporto

Estava em viagem de negócios, voo atrasado, escale forçada em Lisboa no hotel mesmo ao lado do aeroporto. Cheguei suada da correria, o ar quente e húmido da noite a colar-me à pele. No lobby, bar iluminado baixo, ar condicionado gelado a arrepiar os braços. Pedi um gin tónico, e ali estava ele: um tipo alto, estrangeiro, talvez francês, olhos famintos, sorriso maroto. ‘Boa noite, pareces precisar de companhia’, disse ele, voz grave, sotaque sexy. Sorri, coração acelerado pela liberdade – ninguém me conhece aqui, amanhã parto.

Conversámos, copos tilintando, o ronco distante dos aviões a vibrar no peito. Ele chamava-se Jacques, de passagem também. Toquei-lhe no braço, senti o calor da pele, cheiro a loção pós-barba misturado com suor. ‘Queres subir? Tenho um dado na mala, jogamos ao destino’, propôs, olhos brilhando. Ri, excitada com o risco. ‘Vamos, mas sem medos.’ Subimos no elevador, mãos já a roçar, o zumbido da máquina a ecoar a urgência.

O Encontro Fortuito e a Tensão no Lobby

Na quarto, ar condicionado a chiar, lençóis brancos frios na cama king size. Ele tirou o dado: ‘Se sair par, eu mando; ímpar, tu.’ Lancei primeiro – dois. Ele sorriu predador. ‘Tira a roupa devagar.’ Obedeci, tee-shirt colado ao suor, sutiã a cair, mamas firmes ao ar, mamilos duros pelo frio e excitação. Virei-me, calças para baixo, cu exposto, marcas leves de ontem ainda rosadas. Ele gemeu: ‘Que rabo perfeito.’ Tocou, dedos quentes na pele salgada.

Meu turno – lancei três. ‘De joelhos na cama, pernas abertas.’ Ele obedeceu, pau já duro a saltar das boxers. Lambeu os beiços: ‘Agora fustiga-me.’ Peguei a bengala fina da mala dele, bati leve nas nádegas, depois forte, marcas vermelhas a surgirem. Ele grunhiu, pau a pulsar. ‘Mais, caralho!’ Bati nas coxas, interior sensível, ele contorceu-se. Parei, mão no cu dele, dedo a roçar o buraco apertado.

O Prazer Selvagem e Sem Limites na Quarto

Novo lançamento – um. Meu destino. ‘Deita de costas, pernas em V, joelhos ao peito.’ Posição humilhante, cona aberta, lábios inchados, clítoris a latejar. Ele pegou a escova de cabelo, bateu nas coxas, depois no cu, fortes, vermelhidão a arder. Eu gemia, via o golpe cair. ‘Escolhe: dor ou prazer?’ Hesitei, suor a pingar. ‘Prazer.’ Dedos na cona molhada, masturbando furiosamente, mas ele parou: ‘Não, a escova.’ Bateu no sexo exposto, grito meu, dor lancinante misturada com tesão. Lágrimas, mas cona a escorrer sumo.

Ele ajoelhou-se, língua na cona ardida, chupando clítoris inchado, gosto salgado e doce. Gozei violento, corpo em arco, pernas a tremer. ‘Agora fodo-te.’ Pau grosso entrou fundo, estocadas brutais, cama a ranger, cheiro de sexo no ar húmido. Virei de quatro, ele fustigou enquanto fodia, cu vermelho, cona rebentando. ‘Mais forte, Jacques!’ Gozou dentro, quente, eu outra vez, unhas nas lençóis.

De manhã, beijo rápido, ele partiu primeiro. No avião, cu ainda a arder, cona sensível nos assentos, sorriso secreto. Ninguém sabe, anonimato perfeito, memória carnal a pulsar. Volto à rotina, mas esta escale fica para sempre – liberdade de passageira, prazer sem amanhã.

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