Estava voltando de um congresso em Londres, escala imprevista em Heathrow por causa de uma tempestade. Cansada, suor colando a blusa na pele morena, entro no hotel do aeroporto. O ar-condicionado gela tudo, um alívio na umidade pegajosa da viagem. No lobby, barulho distante dos aviões, cheiro de café forte e perfume caro.
Vejo ela no bar. Loira, peitos grandes esticando a camisola fina, pernas cruzadas num vestido curto. Estrangeira, talvez francesa, olhos azuis famintos. Sento ao lado, peço um gin tônica. ‘Cansada da viagem?’, ela diz, sotaque suave. Sorrio, ‘Muito. E tu?’. Conversamos, toques acidentais no braço, olhares que descem pros decotes. Sinto a cona pulsar, umidade crescendo. ‘Quarto 312. Vem?’, ela sussurra, mão na minha coxa. Levanto, coração acelerado. Ninguém nos conhece aqui. Liberdade pura.
A Tensão no Lobby do Hotel
Subimos no elevador, silêncio elétrico. Porta fecha, ela me empurra na parede. Boca na minha, língua invasora, gosto de vinho e sal. Arranco o vestido dela, peitos brancos saltam, mamilos rosados duros. ‘Quero te comer’, gemo. Ela ri, ‘Então come, portuguesa safada’. Caio de joelhos, levanto a saia dela, cueca encharcada. Rasgo fora, cona raspadinha, lábios inchados brilhando. Lambo devagar, gosto salgado e doce, clitóris inchando na minha língua. Ela geme alto, ‘Sim, chupa minha buceta!’. Dedos dentro, quente e apertada, bombeio forte, sucos escorrendo no queixo.
Ela me joga na cama, lençóis frios de hotel roçando a pele quente. Tira minha roupa, ‘Que cona peluda gostosa’. Chupa meus peitos morenos, morde mamilos, mão no meu cu. ‘Quero te foder toda’. Abre minhas pernas, língua no clitóris, dois dedos na cona, um no cu. Gozo gritando, corpo tremendo, jatos molhando os lençóis. 69 agora, conas na cara uma da outra. Chupo forte, ela me deda brutal, ‘Goza na minha boca!’. Orgasmo duplo, gritos abafados, suor misturado, cheiro de sexo no ar condicionado.
O Prazer Intenso no Quarto
Plugs? Ela pega um na mala, lubrifica. ‘Relaxa’. Enfia no meu cu devagar, frieza metálica virando fogo. Bombeia a cona enquanto mexe, gozo anal explodindo, pernas moles. ‘Minha puta portuguesa’, ela ri, me fode com os dedos até eu implorar.
De manhã, adeus rápido no lobby. ‘Foi incrível, anônima’. No avião, sentada, cona ainda latejando, cu sensível. Lembro o gosto dela, os gemidos, a urgência. Ninguém sabe. Sorrio, mão discreta na virilha. Volto pra casa com segredo molhado.