A Minha Aventura Erótica numa Praia Isolada do Algarve

Estava de férias no Algarve, sol a queimar a pele, calor moite que colava tudo. Cheguei a este cantinho escondido, uma praia fluvial minúscula, gravilha e areia fina sob árvores. Ninguém por perto, perfeito. Tirei o biquíni, deitei na toalha. A água fresca chamava, mergulhei, saí pingando, corpo nu ao sol. Ah, que liberdade, tão longe de Lisboa, ninguém me conhece aqui.

Vi-o mais abaixo, um tipo maduro, forte, a banhar-se na corrente. Olhares cruzados. Ele parou, eu posei, pernas abertas, toquei nos mamilos duros. Ele sorriu, veio aproximando-se devagar. ‘Bonita tarde, não?’, disse com sotaque do sul. Eu ri, nervosa, excitada. ‘Melhor sem roupa.’ Ele riu também, saiu da água, caralho semi-duro balançando. Sentei-me, ele sentou perto, conversámos banalidades. O ar cheirava a pinho e rio, brisa leve.

O Encontro na Praia Esquecida

De repente, mãos dele no meu peito, macias mas firmes. Eu tremi, ‘Vai devagar…’, mas abri as pernas. Ele beijou o pescoço, gosto de sal no suor. ‘Estás molhada já.’ Dedos na cona, escorregadios. Eu gemi baixo, olhei em redor – vazio. Outro gajo apareceu, primo dele, alto, magro. ‘Posso juntar-me?’ Eles riram, eu hesitei, mas o tesão venceu. ‘Vem.’

Agora dois, urgência no ar – amanhã volto ao comboio, isto é de passagem. Ele ajoelhou, chupou-me a cona, língua quente, barulhenta. O outro meteu o caralho na minha mão, grosso, veias saltadas. Eu chupei, boca cheia, saliva a escorrer. ‘Que puta boa’, murmurou. De quatro na toalha, cu ao ar, rio ao fundo. O primo cuspiu no cu, meteu devagar. ‘Ai, devagar… é grande.’ Entrou todo, foda ritmada, bolas a bater. O outro na cona, duplo, esticada ao limite. Gritava, ‘Fode mais, caralhos!’ Calor úmido, suor pingando, cheiro de sexo e terra molhada.

O Fogo do Momento Intenso

Trocaram, um no cu apertado, lubrificado com porra minha, outro na boca. Engoli até à garganta, olhos lacrimejando. ‘Vai gozar na tua cara.’ Jatos quentes, porra grossa no rosto, seios, gotejando. Eu gozei forte, cona a pulsar, pernas a tremer. Eles não pararam, rodízio: um deitado, eu em cima, cavalgando o caralho largo na cona, primo por trás no cu. Três buracos cheios? Não, mas boca livre para gemer. ‘Enche-me, porra toda!’ Sincronizados, foda brutal, pele a chapinhar.

Gozo final: enchiam-me, porra a transbordar cona e cu, misturada, escorrendo coxas. Limpei-os com a boca, sabores mistos, salgado. Rimos, ofegantes, sol poente. ‘Foi bom, desconhecida.’ Abracei-os, beijos rápidos. Eles foram, eu lavei no rio, água fria a arrepiar.

No hotel, comboio amanhã, corpo dói gostoso, cona inchada, memória viva. Anonimato total, ninguém sabe. Sorrio no espelho, mão na cona ainda húmida. Que escale torride, liberdade pura. Volto diferente, tesão eterno.

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