Escala Quente em Paris: Minha Noite Selvagem com um Casal Estrangeiro

Estava em escala em Paris, voo atrasado de negócios em Londres para Lisboa. Noite quente, ar úmido colando na pele. Desci no 19º arrondissement, perto do hotel simples que reservei. Entrei num barzinho sem graça, no canto de uma cour pavée com plátano e fonte. Parecia sul da França sob o sol poente. Terraço lotado, gente bronzeando com demis e sodas coloridas. Mulheres de shortinho curto, decotes fundões, carne exposta brilhando de suor.

Fui pro balcão, pedi uma cerveja gelada. Deco anos 60, intemporal, reconfortante. Olhei em volta, fila pra cigarros. Então vi eles: casal de uns 25 anos. Ele alto, moreno, tímido, olhos baixos. Ela… uau, linda, cabelo longo solto, olhos claros, mas o corpo… jeans super baixo moldando bunda empinada, pele bronzeada à mostra. Sob o top largo, peitos pesados balançando, desproporcionais na silhueta fina. Passaram perto, roçando. Senti cheiro de sabonete fresco nela. Sorri pro cara, ele corou, retribuiu tímido. Copo na mão, coração acelerou. Liberdade da viagem, ninguém me conhece aqui.

O Encontro Casual no Bar da Esquina

Eles sentaram numa mesa atrás do flipper enferrujado. Finjo ler jornal, mas ouço sussurros. Paranoia? Falam de mim? Sol atravessa vitral, brilha no zinco. Ela se levanta, vem direto. ‘Posso falar contigo um segundo?’, voz rouca, olhos vidrados de cerveja. Isolamo-nos num canto, mão dela no meu braço, pele quente. ‘Chamo-me Débora, este é o Pierre, fim de semana aqui. Ficamos no Méridien Montparnasse. Procuramos uma miúda como tu pra… me foder.’ Adrenalina pura, buceta lateja. ‘Sério? Não é brincadeira?’ Ela ri, anjo safado. ‘Quero primeira vez a três com alguém aberta, sedutora. Tu serves perfeitamente.’ Papel com número. ‘Vem às 22h.’ Sai balançando peitos, ele espera. Sumiram.

Imóvel anos 70, branco, 11º andar. Chego atrasada, vestido leve fendido, sem sutiã, mamilos marcados. Ar condicionado gelado no corredor alcatifado bege. Bato na 415, champagne na mão. Ela abre, robe longa preta, peitos livres, maquiagem pesada, rabo de cavalo. ‘Obrigada pela garrafa.’ Quarto pequeno, lâmpadas tamisadas, janela aberta pro skyline de Paris, barulho distante de motores.

Pierre no cama, passa-me o joint. Puxo fundo, fico stoned. Conversa banal, corrente passa. Ele sai pro banho. Débora esvazia copo, senta na cama, robe sobe, coxas nuas, sem cueca. Buceta exposta, triângulo escuro aparado. Declique. Ajoelho-me, abro pernas dela. Cheiro almiscarado, lábios grossos brilhando. Ela empurra na minha boca. Língua dentro, clítoris inchado. Geme baixo, quadril dança. Sem beijo ainda.

Explosão de Prazer no Quarto do Hotel

Ela arranca robe, peitos caem pesados, veias azuis pros mamilos largos. Mãos malaxam, outra no clit. Eu tiro saia, buceta molhada. ‘Que caralho boa tu tens’, diz ela, mão na minha. Chupo peitos dela, durações. Pierre volta, pauzão de 30cm, grosso como lata. ‘Não pares, quero ver.’ Ela me chupa, engole tudo, baba escorrendo. Ele se masturba.

Ela a quatro, bunda pro alto. Lamba chatte larga, fisting devagar. Mão até pulso, ela grita, suga pau dele. Espelho reflete: peitos dela batendo no colchão. Orgasmo dela com tiros de western na TV. Agora ela manda: ‘Pierre, fode-me o cu enquanto ela lambe.’ Ele crava, 30cm sumindo, palmadas vermelhas na bunda. Dedos no cu dela, depois pica toda. Eu fisto buceta, ela goza gritando ‘Arromba-me!’. Troca: eu no cu dilatado, língua primeiro, saliva pingando. Ele na boca dela. Clacas de peitos grelhados por ele.

Ele goza na cara dela. Eu saio, tiro preservativo, gozo nos peitos enormes dela. Pierre segue, cobrindo de porra. Ela levanta, lambe, espalha. Frio da brisa noturna na pele suada, gosto salgado no ar.

Ela vai pro banho, ‘Obrigada, miúda!’. Visto-me rápido, tímida de novo. ‘Prazer, até outra’, ela. Saio pro corredor vazio. No avião no dia seguinte, corpo doendo gostoso, memória fresca: cheiro de sexo, urgência do adeus. Anonimato salvo, só prazer. Paris, tua puta romântica.

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