A Minha Escale Quente no Lobby do Hotel

Estava em viagem de negócios para o sul de França, uma auditoria chata numa empresa de software. Cheguei de comboio, exausta, o ar quente e húmido a colar na pele. O hotel era luxuoso, mas o lobby… ah, o lobby era um ninho de tentações. Sentei-me no bar, copo de vinho na mão, o zumbido distante dos motores dos aviões no aeroporto ali perto. Ele apareceu do nada, um francês alto, olhos verdes, camisa desabotoada mostrando o peito bronzeado. ‘Boa noite, pareces perdida’, disse com sotaque sexy. Ri, ‘Só de passagem, como tu?’. Conversámos, o vinho aqueceu-me por dentro, o ar condicionado gelado arrepiava os braços. Senti o olhar dele na minha saia curta, nas pernas cruzadas. ‘Quarto 312, se quiseres subir’, sussurrei, o coração a bater forte. A liberdade de ser anónima, longe de Lisboa, ninguém me conhece aqui. Ele sorriu, ‘Vamos?’.

Subimos no elevador, silêncio elétrico, o cheiro dele a mar e suor. Na minha quarto, a clim zumbia baixo, lençóis brancos de hotel frios ao toque. Beijámo-nos contra a porta, mãos urgentes. ‘Quero-te agora’, murmurei, mordendo o lábio dele. Tirei a camisa, lambi o sal da pele do pescoço, gosto a maresia da praia próxima. Ele gemeu, ‘Putinha portuguesa…’. Rasguei as calças dele, o pau duro saltou, grosso, veias pulsantes. Caí de joelhos, chupei com fome, a boca cheia, saliva escorrendo, ele agarrou o meu cabelo. ‘Caralho, que boquinha gulosa’. Engoli até à garganta, olhos nos dele, o som molhado ecoando na quarto. Ele puxou-me, virou-me de costas, rasgou as cuecas. ‘Vou foder-te forte’. O pau entrou de rompante na minha cona molhada, esticando-me, dor e prazer. ‘Mais fundo!’, gritei, a cama rangia, suor pingava, calor húmido da noite entrava pela janela entreaberta. Batia sem dó, bolas a bater no cu, eu rebolava, ‘Fode-me como uma vadia!’. Virou-me, pernas nos ombros, meteu no cu devagar, lubrificado pela minha baba. ‘Tão apertadinha…’. Gozei primeiro, cona a contrair, jatos quentes, ele acelerou, ‘Vou gozar dentro!’. Encheu-me o cu de porra quente, escorrendo pelas coxas. Caímos ofegantes, o cheiro de sexo no ar, corações a martelar.

O Encontro Fortuito e a Tensão

De manhã, ele vestiu-se rápido, ‘Tenho voo’. Beijei-o uma última vez, o gosto da porra ainda na boca. ‘Foi incrível, anónima perfeita’. Saiu, porta fechou suave. Fiquei na cama, lençóis amarrotados, corpo dorido e satisfeito. O avião dele rugia lá fora, o meu comboio partia em horas. Ninguém saberá, só o prazer latejante na memória, a cona inchada a lembrar cada estocada. Voltei à rotina, mas sorrio sozinha, livre no desconhecido.

Leave a Comment