Escale Íntima em Faro: O Estrangeiro que Me Fez Tremer

Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou. Escale forçada em Faro, Algarve. Sol escaldante lá fora, mas no lobby do hotel, o ar condicionado gelado arrepiava a pele. Eu, com o vestido leve colado pelo suor, mala na mão, cansada mas animada. Ninguém me conhece aqui. Liberdade pura.

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Olho para ele. Alto, estrangeiro, talvez italiano ou espanhol. Olhos escuros, sorriso maroto. Senta-se no bar ao lado. ‘Boa noite’, diz, com sotaque sexy. Eu sorrio, cruzo as pernas. Conversa banal: o voo, o calor. Mas os olhares… uf, queimam. A mão dele roça a minha ao pegar o copo. Eletricidade. ‘Queres subir?’, sussurra. Eu… hesito, mas o corpo diz sim. ‘Vamos jogar primeiro’, digo, piscando. Saio, ele atrás. Corro pelo jardim do hotel, noite húmida, cheiro a jasmim e mar. Passos dele ecoam. Risos nervosos.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Cresce

Ele me apanha contra uma palmeira. Boca na minha, dura, faminta. Língua invade, gosto a gin e sal do suor. Mãos sobem pelas coxas, rasgam a calcinha. ‘Estás molhada’, rosna. Eu gemo, aperto o pau dele por cima das calças. Duro como pedra. ‘Quero-te agora’, digo. Mas o rececionista pode ver. ‘Para o quarto’, ele manda, arrastando-me.

Quarto 312. Porta bate. Ar condicionado zumbe, frio contra a pele quente. Ele me atira na cama, lençóis ásperos de hotel. Rasga o vestido. Peitos livres, mamilos duros. Chupa um, morde suave. Eu arco as costas. ‘Caralho, que delícia’, murmuro. Desço a mão, libero o caralho grosso, veias pulsantes. Engulo, língua rodando a cabeça, salgado, grosso na garganta. Ele geme alto, fode a boca devagar. ‘Puta safada’, diz, puxando cabelo.

A Foda Selvagem e o Adeus Sem Palavras

Deito-me de costas, pernas abertas. Cona exposta, inchada, pingando. Ele lambe, devagar, depois rápido. Clitóris lateja sob a língua áspera. Dedos entram, dois, três, curvam no ponto G. ‘Vem, goza na minha boca’, ordena. Eu tremo, esguicho, molho a cara dele. Grito abafado, som de aviões ao longe.

Agora ele. Monto-o, cona engole o caralho todo. Quente, estica-me. Cavalgada louca, coxas batem nas dele. Suor pinga, mistura salgado. ‘Fode-me forte’, peço. Ele vira-me de quatro, mete fundo, bolas batem no cu. Palmas na bunda, vermelha. Dedo no cu, enquanto fode. ‘Quero encher-te de porra’, grunhe. Acelero, cona aperta. Orgasmo duplo, eu gozo gritando, ele explode dentro, jatos quentes enchem-me.

Ficamos ofegantes, colados. Cheiro a sexo, suor, lençóis amarrotados. ‘Foi incrível’, diz ele, beijando o pescoço. Eu sorrio, sem palavras. Amanhece, voo às 7h. Levanto, visto-me rápido. Ele dorme nu. Saio sem ruído, porta fecha suave. No táxi para o aeroporto, corpo dói gostoso, cona sensível, porra escorre. Sorriso no espelho. Anónimo total. Ninguém sabe. Mas sinto-o ainda, pulsar. Volto à vida, mas esta memória… arde para sempre.

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