Estava em escala inesperada no aeroporto de Madrid. Voo atrasado por causa de uma tempestade. O hotel ali perto era abafado, cheirava a café queimado e suor. Entrei no lobby, a mala de mão a roçar na perna. Calor moite lá fora, mas dentro, a ar condicionado gelava a pele.
Sentei-me no bar, pedi um gin tónico. Ele estava ali, estrangeiro, alto, olhos castanhos que me devoravam. Americano, pelo sotaque. ‘Ei, viagem longa?’, perguntou, voz rouca. Sorri, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. ‘Podes imaginar. E tu?’. Conversa solta, olhares que queimam. A mão dele roça a minha no balcão. Senti o formigueiro subir pela espinha.
A Rencontre no Lobby e a Tensão que Cresce
‘Quarto livre?’, murmurou, inclinando-se. O coração acelerou. Ninguém me conhece aqui. Liberdade total. ‘Sim. O meu. Vem.’. Ele pagou as bebidas, segui-o com os olhos no corpo dele, músculos tensos sob a camisa. No elevador, silêncio pesado. Pressão no ar. Portas fecharam, e ele encostou-me à parede, beijo faminto, língua invadindo. Mãos nas minhas coxas, subindo, sem cuecas – eu sabia que isto ia acontecer.
Na quarto, luz tamisada, ronco distante dos aviões. A camas de hotel, lençóis frescos e ásperos. Ele trancou a porta. ‘Quero-te agora’, disse, voz baixa. Arrancou a minha blusa, seios livres, mamilos duros pelo frio. Chupei o pescoço dele, gosto a sal da pele suada. Desabotoei as calças, o caralho dele saltou, grosso, veias pulsantes. ‘Gostas?’, perguntei, mão apertando. ‘Fode-me com a boca primeiro’, ordenou.
Ajoelhei-me, chão frio, lâmpada zumbindo. Engoli o caralho dele, fundo na garganta, baba escorrendo. Ele gemia, mãos no meu cabelo, fodia a boca devagar. ‘Que puta safada’. Levantei-me, empurrei-o para a cama. Montei nele, cona molhada roçando a cabeça. Desci devagar, preenchendo-me toda. ‘Ah, caralho, que apertada’, grunhiu. Cavalguei forte, seios balançando, suor pingando. O ar condicionado gelava o suor nas costas.
O Sexo Selvagem na Quarto Frio e o Adeus Picante
Virei de quatro, lençóis enrugados. ‘Fode-me forte’. Ele obedeceu, caralho inteiro a entrar, bolas batendo na minha pele. Dedos no clitóris, esfregando brutal. ‘Vais gozar, vadia?’. Sim, gozei gritando, cona contraindo, sumo escorrendo pelas coxas. Ele acelerou, fodia como animal, urro baixo. ‘Vou encher-te’. Sentiu quente dentro, esperma jorrando, misturando com o meu mel.
Ficámos ofegantes, corpos colados, cheiro a sexo no ar. Ronco dos motores lembrava o voo. ‘O meu avião sai em duas horas’, disse, beijando-o. Ele sorriu, ‘Foi perfeito. Vai-te embora sem olhar para trás’. Tomei duche rápido, água escaldante lavando o sal e o gozo. Vista o mesmo vestido, maquilhagem borrada.
No lobby, aceno rápido, sem nomes trocados. Voltei ao aeroporto, pernas moles, cona ainda latejando. No avião, decolando, o prazer latejava no corpo. Anonimato salvo, memória gravada. Da próxima escala, quem sabe? A liberdade de passagem é viciante.