Escala Quente em Paris: Minha Noite de Sexo Selvagem com um Desconhecido

Estava de volta de um congresso em Madrid, escala forçada no aeroporto de Paris por causa de uma greve. Chovia forte lá fora, o ar condicionado do lobby do hotel gelava os ossos. Peguei um quarto só pra dormir umas horas antes do voo da madrugada. No bar do lobby, pedi um gin tônica pra relaxar. Foi aí que o vi: um homem na casa dos 50, barba por fazer, olhos cansados mas intensos, sozinho com uma cerveja. Parecia francês, daqueles solitários que viajam muito.

Sentei perto, o bar quase vazio. ‘Bonsoir’, disse ele, com sotaque grosso. Sorri, respondi em francês ruim: ‘Boa noite, chove muito, né?’. Ele riu, ofereceu outra rodada. Chamava-se Pierre, artista ou algo assim, viúvo recente, subindo montanhas pra esquecer. Eu, portuguesa de Lisboa, casada mas aberta pra aventuras longe de casa. A conversa fluiu: viagens, solidão, o tesão da liberdade anônima. Seus olhos desciam pros meus peitos no decote da blusa fina. Senti o calor subir, apesar da friagem.

O Encontro no Lobby e a Tensão que Crescia

‘Você é linda, como uma deusa do sul’, murmurou, tocando minha mão. Hesitei… pau duro dele marcando a calça. ‘Meu voo é às 5h’, disse eu, voz rouca. Ele: ‘Tempo suficiente pra algo inesquecível’. Subimos pro quarto dele, corações batendo forte. O elevador parou, beijamo-nos ali mesmo, línguas urgentes, gosto de álcool e desejo.

A porta mal fechou, arranquei a camisa dele. Pele salgada de suor, cheiro homem maduro. Ele me prensou na parede, mãos grossas apertando minha bunda. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Tirei a saia, calcinha molhada já. Ele ajoelhou, lambeu minha cona com fome, língua grossa no clitóris, dedões abrindo os lábios. Gemi alto, ‘Assim, caralho, chupa mais!’. O ar condicionado zumbia, contrastando o calor moite dos nossos corpos. Bruit dos aviões ao longe, como trilha sonora da urgência.

O Sexo Intenso e o Adeus Anônimo

Levantei-o, abri a braguilha: pica grossa, veiada, cabeçona babando pré-gozo. Engoli inteira, garganta funda, bolas na boca. Ele gemia ‘Putain, tu suces comme une pro’. Cuspi, chupei forte, mão batendo na base. Deitei na cama, lençóis ásperos de hotel, ele por cima, metendo sem camisinha – risco do momento, tesão puro. Pauzão abrindo minha xoxota encharcada, batendo no fundo. ‘Fode mais forte, Pierre, me arromba!’. Ele socava, peitos balançando, suor pingando, gosto salgado na pele dele quando lambi o pescoço.

Virei de quatro, ele meteu no cu sem pedir – lubrificado só de saliva e tesão. Dor gostosa, esticando o anel, bolas batendo na cona. ‘Toma no rabo, vadia portuguesa!’, ele rosnou. Gozei gritando, corpo tremendo, squirt molhando os lençóis. Ele acelerou, gozou dentro, jatos quentes enchendo meu cu, escorrendo pelas coxas. Caímos exaustos, ofegantes, clim gelando o suor.

Acordei de madrugada, ele dormindo nu. Beijei a testa, vesti-me quieta. Saí sem nota, sem nome verdadeiro. No avião, sentada na janela, chuvas parando, lembrei o cheiro dele na pele, o formigamento na xoxota dolorida. Ninguém sabe, ninguém julga. Liberdade de passageira: fodi um estranho, levei o prazer, parti leve. Ainda sinto o pulsar, sorrio sozinha. Quem sabe a próxima escala?

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