Estava de viagem de negócios de Lisboa para Berlim. Escale em Frankfurt, comboio atrasado duas horas. Chovia miúdo lá fora, ar húmido a colar na pele. Saí da estação, vi as luzes neon de um sex-shop mesmo ao lado. ‘Porquê não?’, pensei. Longe de casa, ninguém me conhece. Entrei, o ar condicionado gelado arrepiou-me os braços. Cheirava a borracha e lubrificante.
Um rapaz, uns 20 anos, magro mas atlético, olhos azuis famintos, aproximou-se. Alemão, falava inglês básico. ‘Olá, procura algo especial?’, disse com sotaque grosso. Eu, de saia lápis preta justa, blusa branca semi-transparente, salto alto. Sorri, ‘Talvez. Mostra-me lingerie.’. Ele pegou num top de rede azul elétrico. ‘Experimenta. Fica-te perfeito.’. Olhei em volta, mais dois miúdos no canto, a espreitar vídeos. O coração acelerou. Liberdade total aqui.
O Encontro Inesperado no Sex-Shop
‘Ok, mas aqui?’, perguntei, voz tremendo um bocadinho. Ele assentiu, olhos fixos nos meus peitos. Tirei o casaco leve. Depois, devagar, abotoei a blusa. Soutien em renda branca caiu. Peitos nus, mamilos duros com o frio. Vestir o top: rede fina, tudo à vista. Os miúdos aproximaram-se, bocas abertas. ‘Linda’, murmurou ele. Toquei nos mamilos, endureci mais. ‘Queres ver mais?’, disse eu, rouca.
Ele engoliu em seco. ‘Sim, por favor.’. Levantei a saia até à cintura. Sem cuecas, cona depilada, lábios inchados já molhados. Toison preta fina, brilhando. ‘Toca’, sussurrei. Ele estendeu a mão trémula, dedos deslizaram na fenda. Molhado, escorria. Enfiei dois dedos dele no buraco, gemi alto. ‘Caralho, estás ensopada’, disse ele. Os outros olhavam, eu sentia o ar frio na pele suada, gosto salgado nos lábios quando lambi os dele.
O Sexo Intenso e o Adeus Rápido
Não aguentei. ‘Vem, rápido.’. Ele levou-me à cabine dos provadores, cortina fina. Porta entreaberta pros miúdos verem. Desabotoou as calças, caralho grosso, veias pulsantes, cabeça vermelha. Segurei, chupei forte, bolas salgadas na boca. Ele gemeu, ‘Foda-se, boa boca.’. Empurrei-o contra a parede, saia arregaçada. ‘Mete agora.’. Ele enfiou de uma vez, cona esticada, batendo fundo. ‘Ahhh, fode-me forte!’, gritei. Ritmo frenético, corpo colado, suor misturado. Sentia o pau latejar, clitóris roçando na públa dele.
Virei de costas, mãos na parede, rabo empinado. Ele meteu por trás, bolas batendo no cu. Dedos no clitóris, masturbava-me enquanto fodia. ‘Vou gozar!’, disse ele. ‘Dentro, enche-me!’. Jatos quentes, cona a pulsar, orgasmo rasgou-me, pernas tremiam. Saí da cabine, esperma a escorrer pelas coxas, arrefecendo na pele quente. Ele sorriu, ‘Obrigado, portuguesa.’. Limpei com o top de rede, guardei na mala.
Voltei à estação a tempo. Comboio partiu, senta-me, cona dolorida, cheiro de sexo no ar. Olhava pela janela, noite moite, motores ao longe. Ninguém sabe, mas sinto ainda os dedos dele, o pau a pulsar. Lembrei cada detalhe: o frio da cabine, gosto salgado, gemidos abafados. Amanhã chego a Berlim, mas esta escale fica para sempre. Próxima viagem, quem sabe?