Estava em Paris por causa de uma escale imprevista no meu voo de negócios. Vinda de Lisboa, o marido ficou lá, com as nossas rotinas. Vida boa, mas sexo sempre igual: missionário, ela não curte muito boquete, às vezes anal. Eu, 32 anos, portuguesa fogosa, adoro o risco de viagens. Ninguém me conhece aqui. Noite quente, hotel no sul da região parisiense, ar-condicionado gelado na pele suada. Sozinha no quarto, copo de whisky na mão, o silêncio pesava. Liguei o laptop, entrei num app de chats quentes. Queria algo urgente, sem amanhã.
Procurei salas de casais, solteiros. Nada. Depois, uma gay, só pra papear. Vi ‘Florianne, trav amat em RP sul’. Perto do meu hotel. Coração acelerou. Mandei: ‘Oi, linda, onde estás? O que queres?’ Resposta rápida: ‘Aqui perto, sozinha, vestida com lingerie da minha ex. Quero ser tua putinha esta noite.’ Eu, bi curiosa, nunca fiz. Mas o whisky queimava na garganta, a cona latejava. ‘Vem pro meu hotel. Quarto 312. Já.’ Troca de números. Voz dela ao telefone, suave, maquilhada: ‘Chego com minissaia e meias de rede. Vem preparar a tua caralho pra mim?’
A Solidão no Hotel e o Encontro no Chat
Ouvi o barulho distante dos aviões no aeroporto. Esperei no lobby, saia curta, decote fundo. Ela surgiu: morena, peruca, maquilhagem perfeita, perfume doce invadindo o ar. Subimos no elevador, mãos já nervosas. No quarto, porta bateu. Beijo molhado, línguas dançando. Mãos dela na minha raba, apertando. ‘Quero provar-te’, sussurrou. Desceu, puxou a minha calcinha, lambeu a cona raspada, língua no clitóris inchado. Gozo salgado na boca dela. Eu gemi, pernas tremendo no chão frio de azulejos.
Agora era a minha vez. Levantei a saia dela: string apertado, caralho duro saltando. Primeira vez tocando outro pau. Raspei, liso como seda. Gosto salgado no pré-gozo, beijei o caralho, chupei devagar. Ela gemeu: ‘Assim, engole tudo, vadia.’ Aspirei forte, bolas na mão, suor moído na pele. 69 no chão, bocas cheias, gemidos ecoando. ‘Fode-me o cu’, pediu ela, de quatro na cama, lençóis ásperos roçando as coxas.
A Noite de Paixão Desenfreada e Sem Tabus
Lubrificante do kit do hotel, dedo no cu dela, abrindo. Meu strap-on? Não, usei os dedos primeiro, depois o vibrador da mala. Mas ela queria pau de verdade. ‘Não tenho, mas fodo-te bem.’ Ela pegou um preservativo da mesa, enfiou no caralho dela. Deitei de costas, pernas abertas, calor húmido da noite entrando pela janela entreaberta. Caralho dela na minha cona, fundo, ritmado. ‘Mais forte!’, gritei. Mudamos: ela de quatro, eu guiando o vibrador no cu dela, apertado, pulsando. Ela batia punheta, eu chupei as bolas. Motores de aviões ao fundo, urgência do meu voo de manhã.
Explosão: ela gozou no lençol, jatos quentes no meu peito. Eu tremei num orgasmo anal, dedos no meu cu. Cheiro de sexo, suor salgado na pele, clim zumbindo. Abraçados uns minutos, ofegantes. ‘Vai já, amor. Amanhã esquece.’ Ela saiu, porta clicou. Tomei duche quente, água lavando o sêmen seco. Deitei, cona ainda latejando, sorriso perverso. No avião de volta, recordava o cu dela abrindo, o pau na boca, anonimato perfeito. Ninguém em Lisboa sabe. Volto? Se o chat piscar de novo, sim. Liberdade de viagem, pura adrenalina carnal.