A Minha Aventura Íntima no Comboio para Lisboa

Estava de regresso de uma reunião em Porto, num Alfa Pendular de verão, ao meio-dia. O comboio quase vazio, só o zumbido dos motores ao fundo e o sol a bater nas janelas. Sentei-me num compartimento amplo, sozinha, até ele entrar. Alto, elegante, fato cinzento impecável, uns 50 anos, corpo atlético, bronzeado. Olhos castanhos que me fixaram logo. Alianças nos dedos, casados os dois. Mas longe de casa, em Lisboa ninguém nos conhece.

Começámos por fingir trabalhar, eu com o portátil, ele com papéis. Depois, olhares. Primeiro disfarçados, depois diretos. Sorri de leve, ele retribuiu. O ar condicionado gelava a pele, mas sentia calor entre as pernas. Ele tira um papel da bolsa, escreve, dobra e passa-me. Abro devagar: “Meias ou meias-calças?”

O Encontro no Alfa Pendular e a Tensão Crescente

O coração acelerou. Sorri por dentro. Levantei-me: “Para me perguntares isso, senhor, vais-me oferecer um café na carruagem-bar. Vamos falar de tudo, menos disso.” No bar, conversámos banalidades, mas os olhos diziam o resto. Volto ao lugar, vou aos WC, tiro as meias-calças e ponho na mesa dele. “Resposta à tua pergunta. Mas ainda tenho cuecas por baixo, para não molhar tudo.”

Ele cheira, toca. “Quais são as condições?” Digo: livre às 17h30 para um táxi. Nada de tu, só senhor e senhora. E tu mandas em tudo, com firmeza, sem violência. Quero aprender, sair da rotina do casamento. Ele aceita, com um brilho nos olhos. “Entendes que, se eu cansar, hás-de me chupar o caralho para endurecer de novo?” Coro, mas digo: “Sim, senhor. Vou ajoelhar-me e chupar-te.” Tremia de excitação.

Chegámos à Gare de Oriente. Ele reserva quarto num hotel ali ao lado, espaçoso, com mesa grande e parede vazia. No quarto, ar condicionado forte, cheiro a limpo, cortinas semi-fechadas. “Silêncio agora, senhora. Só eu falo. Põe lençóis na mesa.” Obedeço. Depois, à parede, de costas. Beija-me leve, vira-me, mãos no muro, pernas afastadas. Desabotoa a blusa, liberta os seios. “Que mamas apetitosas.” Aperta, pinça os mamilos duros. Gemo baixo. Cheira as axilas suadas do dia.

O Sexo Intenso no Hotel e o Adeus Apressado

Puxa a saia, baixa as cuecas até aos joelhos. Sento-me numa cadeira, examino a cona molhada. Dedos na fenda, língua a lamber o clitóris. Ahano, mas ele cala-me: “Silêncio.” Levanta-se, enfia dedo na boca: “Escolhe qual me chupa primeiro.” Chupo, ele enfia todos, fode-me com a mão até tremer. Despe-se, só boxer. Mãos atrás da nuca, ajoelho-me, dentes no boxer, baixo-o. O caralho salta, grosso, veias pulsantes.

Na mesa, deito-me de costas. Ele abre-me as pernas: “Apertadinha e molhada.” Enfia a cabeça da pila, devagar, depois fode forte. “Sente o meu caralho a partir-te.” Grito abafado, unhas nas costas dele. Viramo-nos, eu por cima, cavalgo, seios a balançar, suor a pingar. Ele aperta o cu: “Da próxima, sem cuecas e com meias.” Gozo primeiro, cona a apertar, ele enche-me de porra quente.

Depois, pausa. Ele amolece, ajoelho-me, chupo, língua no saco, engulo até endurecer. Segunda ronda contra a parede, de pé, perna erguida, pila a bater fundo. Gozamos juntos, pernas bambas.

Às 17h, vista-me. Beijo rápido. Saio para o táxi, corpo dorido, cona inchada, cheiro a sexo na pele. No avião de regresso a Faro, sorrio sozinha. Anónimo, urgente, perfeito. Ainda sinto o gosto salgado dele na boca, o pulsar dentro de mim. Volto à rotina, mas levo este segredo quente para sempre.

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