Eu sou a Inês, portuguesa de 28 anos, corpo atlético de quem adora praia e ginásio. Viajava a negócios para Nova Iorque, mas uma escala forçada em Paris me deixou presa no hotel do aeroporto por uma noite. Sozinha, longe de tudo, ninguém me conhece aqui. A liberdade do anonimato me excita tanto. O ar condicionado gelado da quarto, o zumbido distante dos aviões, a humidade pegajosa da noite parisiense… Tudo me punha em pulgas.
Era tarde, via o jogo de futebol na TV. Fome. Liguei para pizza. ‘Vai demorar, estamos a fechar’, disse o tipo. ‘Sem problema.’ Voltei ao sofá. Meia hora depois, campainha. Abri a porta: um negro alto, uns 25 anos, musculado, sweat e jeans justos. ‘A tua pizza.’ Olhos devoravam-me. ‘Obrigada. Quanto é?’ Fui buscar dinheiro à mala. Ele entrou um pouco, espreitando o ecrã. ‘2-0 para eles.’ ‘Queres ver o fim do jogo antes de ires?’ Não sei porquê, convidei. ‘Não quero incomodar.’ ‘Entra, sou Inês. Tu?’ ‘Mikael.’ Fechamos a porta. Comemos pizza no sofá, pernas quase a tocarem. Ele cheirava a suor fresco e especiarias. Detalhei-o: braços fortes, lábios grossos. Senti o calor subir.
A Escale e o Encontro no Quarto de Hotel
Últimos minutos do jogo. A mão dele roça a minha coxa. Leve, mas intencional. Hesitei. Deixei. Os toques ficaram mais firmes. Coração aos saltos. ‘Queres que pare?’ murmurou, olhos fixos nos meus. ‘Não… continua.’ Virou-se, beijou-me. Língua quente, invasora. Provei sal na sua pele. Mão dele na minha saia, subindo. ‘Estás molhada, Inês. Quero-te.’ Tirei-lhe o sweat: torso perfeito, músculos definidos. Ele despiu-me a blusa, chupou os meus mamilos duros. ‘Que tetas deliciosas.’ Gemi. Desabotoei-lhe os jeans. Caralho enorme saltou fora, 25cm grossos, veinados. ‘Gostas?’ ‘É… gigante.’ Agarrei-o, branquei devagar, pele fina a deslizar.
O Sexo Selvagem e a Urgência do Adeus
Ele ajoelhou-se, meteu a cabeça entre as minhas pernas. Língua na cona, lambendo o clitóris inchado. ‘Sabes tão bom, tão molhada.’ Chupei o ar condicionado frio nos dentes. ‘Fode-me a boca com a língua.’ Ele obedeceu, dedos no cu, dois de uma vez. Levantei-me, empurrei-o para a cama. Drapos ásperos do hotel roçavam a pele. Montei-o, cona roçando o caralho dele. ‘Mete dentro, Inês, fode-me.’ Escorreguei devagar, abrindo-me toda. ‘Porra, que apertada.’ Rebolava, seios a balançar. Ele agarrou as nádegas, batendo forte. ‘Mais rápido, vadia.’ Gritei de prazer, unhas nas costas dele. Virei de quatro, ele atrás. ‘Vou-te partir ao meio.’ Entrou violento, bolas a bater no clitóris. ‘Fode, fode mais!’ Suor pingava, gosto de sal na boca. Ele cravou no cu? ‘Não, só cona agora.’ Virou-me, pernas nos ombros, bombava fundo. ‘Vou gozar!’ ‘Dentro, enche-me!’ Jatos quentes inundaram-me, cona a pulsar. Gozei tremendo, unhas no peito dele.
Ficámos ofegantes, corpos colados. ‘Foi incrível, mas o meu voo é cedo.’ Ele sorriu: ‘Segredo nosso.’ Beijei-o uma última vez, provei o nosso suor misturado. Ele saiu, porta fechou suave. Deitei-me, cona ainda latejante, cheiro de sexo no ar. No avião, horas depois, o prazer ecoava: anonimato perfeito, urgência deliciosa. Ninguém sabe, mas eu volto a Paris por mais.