Estava de férias no Algarve, sol a queimar a pele, ar quente e úmido a colar o vestido no corpo. Voo de Lisboa para Faro, mas quis alugar carro e explorar. Lembrei-me das histórias do meu avô, das falésias e águas secretas da infância em Portugal. Parei perto de uma praia isolada, caminho poeirento, cheiro a pinheiro e mar. O coração batia forte, liberdade total, ninguém me conhece aqui.
Desci pela falésia, pés escorregadios nas pedras quentes, suor a escorrer pelas costas. Encontrei a fenda: um poço profundo, água cristalina no fundo, cercado de fetos e arbustos. O avô dizia: ‘Enfrenta o medo, segue o desejo.’ Arriscando, encontrei degraus naturais na rocha, desci devagar, coração na boca. No fundo, despi-me, pele arrepiada pelo ar fresco. Mergulhei nua, água gelada nos seios, aliviando o calor. Saí, deitei-me na pedra quente, sol a secar o sal na pele.
A Escale Inesperada e o Encontro na Falésia
Ouvi vozes. Escondi-me atrás de uma rocha. Um casal: ele alto, musculado, bronzeado; ela curvilínea, cabelo loiro molhado. Despiram-se sem pudor, corpos perfeitos. Ele malaxou os seios dela, mordeu o pescoço. ‘Quero-te agora’, murmurou ele. Ela ajoelhou-se, chupou a pila dele, grossa e dura, gemendo. Deitei-me, mão na cona molhada, dedos a entrar e sair, outra no cu, circundando. O ar cheirava a sexo, ondas distantes ao fundo.
Ele virou-a de quatro, enfiou a pila na cona dela com força. ‘Assim, fode-me forte!’, gritou ela. Eu acelerava, molhada, sucos a escorrer pela coxa. Ele cuspiu no cu dela, meteu dedo, depois a pila toda. ‘Gostas no cu, vadia?’, ‘Sim, arromba-me!’. Os gemidos ecoavam no poço. Olhares cruzaram-se: ela viu-me, olhos vidrados de prazer. Gozei forte, corpo a tremer, ‘Ahhh!’. Eles pararam, sorriram. ‘Vem cá, junta-te’, disse ela, voz rouca.
O Sexo Selvagem sem Limites no Poço Escondido
Saí da rocha, nua, cona a pulsar. Ela veio, beijou-me na boca, língua suave, doce como mel. ‘Estás tão molhada’, sussurrou, dedos na minha fenda. Ele aproximou-se, pila dura roçando a barriga. Chupei-a, salgada de suor dela, bolas pesadas na mão. Ela lambeu a minha cona, clitoris inchado, dois dedos dentro. ‘Que delícia’, gemi. Deitei-me na pedra, ela sentou na cara, cona depilada no meu nariz, eu lambia voraz. Ele fodeu-me a cona, pila enorme a esticar, ‘Tão apertadinha!’. Mudámos: eu de quatro, ele no cu, lubrificado pela baba dela. Dorzinha boa, virou prazer puro. Ela masturbava-me a cona, ‘Goza, puta!’. Batia forte, couves no períneo, eu gritava.
Gozo telúrico, corpo convulso, ele jorrou no meu cu quente. Ela gozou na minha boca, sumos doces. Dormimos enroscados, suor e sêmen misturados, ar da noite a refrescar. Acordei com o sol baixo, beijos rápidos. ‘Volta quando quiseres’, piscou ela. Subi, pernas bambas, memória a queimar.
No avião de regresso, cona ainda sensível, cheiro deles na pele. Anonimato perfeito, ninguém sabe. O avô tinha razão: arrisca pelo desejo. Ainda sinto a pila no cu, a língua dela, o sal. Volto, com certeza.