Escala Ardente no Aeroporto: Meu Sexo Selvagem com um Estranho

Estava exausta, mas animada. Voo de Lisboa para Nova Iorque com escala em Madrid. Atraso de horas. Cheguei ao hotel perto do aeroporto, ar quente e úmido grudando na pele. No lobby, luzes baixas, som distante de motores rugindo. Sentei no bar, saia curta subindo nas coxas, cabelo solto caindo pelas costas. Pedi um gin tónico, gelo tilintando no copo.

Ele apareceu do nada. Alto, uns 30 anos, cabelo curto bagunçado, olhos verdes penetrantes. Parecia francês, sotaque charmoso quando disse: ‘Boa noite, portuguesa? Viagem cansativa?’. Sorri, pernas cruzadas, sentindo o olhar dele na minha pele bronzeada. ‘Muito. E tu?’. Chamava-se Aurélien. Viajante de negócios, quarto no mesmo hotel. Falamos de tudo: o calor pegajoso da noite, a liberdade de ser anónima aqui, longe de Portugal, onde ninguém me conhece.

O Encontro no Lobby e a Tensão Crescente

A tensão subiu rápido. Ele roçou o braço no meu, cheiro de colónia misturado com suor fresco. ‘Queres subir? Só um copo no meu quarto, antes do teu voo.’. Hesitei um segundo, coração acelerado. ‘Porquê não? A vida é curta.’. No elevador, mãos já se tocavam. Portas fecharam, ele me encostou à parede, beijo molhado, língua invadindo. ‘Gosto de mulheres como tu, ousadas.’. Saímos, pernas bambas.

Quarto fresco com ar condicionado zumbindo, lençóis brancos de hotel esticados, cheiro de limpeza misturado com desejo. Ele trancou a porta. ‘Despi.’. Obedeci devagar, saia caindo, calcinhas encharcadas já. Ele me empurrou na cama, mãos firmes nos meus cabelos longos. ‘Adoro isto, tão selvagem. Quase queria cortar tudo agora.’. Ri nervosa, excitação subindo. ‘Não ouses.’. Mas ele puxou, cabeça para trás, beijando o pescoço, mordendo leve. Gosto salgado da minha pele no ar seco.

O Prazer Intenso na Quarto e a Despedida Tórrida

Nu, pau dele duro como pedra, veias pulsando. Peguei, lambi a cabeça, pré-gozo salgado na língua. ‘Chupa-me bem, caralho.’. Engoli fundo, garganta apertando, bolas batendo no queixo. Ele gemia baixo, ‘Assim, puta boa.’. Deitei de costas, ele abriu minhas pernas, cona exposta, molhada pingando. Dedos dentro, curvando no ponto G, sucos escorrendo. ‘Estás ensopada.’. Lambeu, língua no clitóris, sugando forte. Gozei rápido, corpo tremendo, grito abafado pelo travesseiro.

Virou-me de quatro, espelho mostrando tudo. Pau na entrada, empurrou devagar, preenchendo. ‘Fodo-te como mereces.’. Ritmo feroz, bolas batendo na bunda, suor escorrendo pelas costas dele para mim. ‘Mais forte!’. Agarrou meus cabelos como rédeas, puxando, cada estocada profunda. Senti o orgasmo dele vindo, pau inchando. ‘Vou gozar dentro.’. ‘Sim, enche-me!’. Jatos quentes inundando, cona contraindo, meu segundo gozo misturando tudo. Ele saiu, esperma escorrendo pelas coxas, lambeu limpo.

Ficamos ofegantes, corpos colados, pele pegajosa. ‘Incrível. Volta sempre a Madrid.’. Horas voaram. Meu voo chamava. Vestimo-nos rápido, beijo final no lobby, cheiro dele ainda na pele. No avião, decolando, ouvi motores, calor moite entre pernas. Anonimato perfeito, ninguém sabe. Ainda sinto o pau dele, o gosto, o prazer latejando. Melhor escala da vida. Volto quando quiser.

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