Estava de volta de um congresso em Paris, mas o voo atrasou por causa de uma tempestade. Escale forçada em Bordéus, num hotelzinho perto do aeroporto. O ar estava úmido, quente como o diabo, mesmo à noite. Entrei no lobby, o ar-condicionado gelado batendo na pele suada, cheirando a vinho e cigarro velho. Pedi um quarto só pra dormir umas horas.
No bar do lobby, sentei num banco alto, pernas cruzadas, saia curta subindo um pouco. Um copo de vinho tinto na mão, o gosto forte na língua. Ele apareceu do nada: alto, loiro, olhos azuis, músculos marcados debaixo da camisa branca. Tipo um barman de filme, mas com sotaque francês sexy. ‘Boa noite, portuguesa?’, disse, sorrindo. Eu ri, ‘Sim, e tu?’. Chamava-se Dan, viajante de negócios, igual a mim. Conversa solta: viagens, solidão, o prazer de ser anônimo aqui.
A Escale Inesperada e o Encontro no Lobby
Os olhares se cruzavam, quentes. A mão dele roçou minha coxa ao passar o copo. Senti o calor subir, a cona latejando debaixo da calcinha fina. ‘Quarto 205, se quiseres companhia’, murmurou no meu ouvido, hálito de cerveja. Eu hesitei… dois segundos. ‘Vamos’. O elevador subiu devagar, corpos colados, beijo urgente, língua invadindo, mãos apertando bundas.
No quarto, a cama king com lençóis brancos frios, cortinas semiabertas deixando entrar o ronco distante dos aviões. Ele me jogou na cama, rasgou a blusa. Chupou meus peitos, mamilos duros como pedras, mordendo leve. ‘Quero te foder agora’, grunhiu. Tirei a saia, calcinha molhada de lado. Ele abriu as pernas, língua na cona, chupando o clitóris, dedos enfiando fundo, molhado escorrendo. Gemi alto, ‘Mais, caralho!’. Ele se levantou, caralho grosso, roxo na cabeça, veias pulsando. Eu ajoelhei, engoli inteiro, garganta funda, saliva pingando, bolas peludas na cara.
A Noite de Sexo Cru e Intenso no Quarto
‘Vira-te’, mandei. Ele obedeceu, bunda firme. Lambi o cu dele, dedo entrando devagar, ele gemendo como puta. Lubrifiquei com cuspe, enfiei o caralho no cu apertado. Ele gritou, ‘Fode mais forte!’. Meta vaivém selvagem, pele batendo, suor salgado na boca. Virei de quatro, ele me comeu por trás, caralho esticando a cona, bolas batendo no clitóris. ‘Vou gozar!’, urrei. Ele acelerou, dedão no meu cu, explosão: eu esguichei no lençol, ele gozou dentro, esperma quente escorrendo pelas coxas.
Não parámos. Ele me masturbou com as mãos grandes, eu chupei de novo, leite na cara, lambendo tudo. Noites quentes, urgência do voo de manhã. Ninguém nos conhece, só prazer puro.
De manhã, saí do quarto com pernas bambas, gosto de sal e porra na boca. No aeroporto, aviões rugindo, eu sorria sozinha. Anonimato total, ele sumiu. O tesão ainda pulsa na cona, lembro cada estocada, o cheiro de sexo no ar úmido. Volto pra Lisboa, mas levo essa foda na memória, pronta pra próxima escala.