A Minha Escale Ardente no Hotel da Praia

Estava de férias no Algarve, sol escaldante, praia lotada. Cheguei ao hotel suada, sal na pele, o ar condicionado do lobby a gelar-me os mamilos sob o vestido leve. Ele estava lá, estrangeiro alto, olhos famintos, bebendo um copo no bar. Nossos olhares cruzaram, um sorriso cúmplice. ‘Boa noite’, disse ele em português roto. Ri, sentei-me ao lado. Conversa solta: viagens, liberdade longe de casa. O marido e o filho dormiam no quarto familiar, mas eu sentia a excitação pulsar.

Mandei SMS primeiro: ‘Quarto 17, vem nu sob saia curta?’. Ele riu, respondeu: ‘Não, tu vens. Maquilhada como puta chique’. O coração acelerou. Jantei com a família, insípido, pensando nele. No banho, lavei-me, mas o desejo crescia. ‘Estão dormidos?’, perguntei. ‘Sim, junta-te a mim. Surpresa: alguém que te conhece’. Quem? O monitor da praia? Tremi. Deixei bilhete: ‘Fui ver estrelas’. Taxi pagou ele. No hotel, porta 17, respirei fundo, abotoei só sete botões da saia preta, seios quase à mostra, maquilhagem pesada: lábios vermelhos, olhos esfumados.

A Tensão no Lobby e o Chamado Irresistível

Bati. ‘Quem?’. ‘Sou eu, a tua puta burguesa!’. Voz alta, vizinhos ouviram. Porta abriu, ele agarrou-me o rosto, beijou voraz, língua salgada de mar. ‘Entra, anda à frente’. Seios balançavam, cona molhada roçando. Sentei ao espelho: ‘O que vês?’. ‘Uma salope maquiada’. Refiz batom, ele amarrou fita preta no pescoço, chignon alto. ‘Agora anda, provoca-me’. Déhanchei, língua nos lábios, mão na bragueta dele. ‘Verifica’. Tirei pau duro, chupei, ele gemeu: ‘Estás encharcada’.

Presente: coleira, venda, algemas, chicote, pera metálica. ‘Não batas forte’, supliquei, mas lambi o chicote como caralho. Venda nos olhos, ajoelhei na cama, pernas abertas, cona escancarada. Ele passeou couro nos lábios inchados, clitóris latejante. Calor húmido da noite, drones de motores ao fundo, lençóis ásperos. ‘Champanhe?’. Toc-toc. ‘Entra!’. Chloé, a rececionista linda, olhos arregalados na minha pose, chicote entre nádegas.

O Êxtase na Quarto e o Adeus Proibido

Ela serviu, ele equilibrou taça nas minhas costas arqueadas. ‘Toca-lhe com isto’. Chloé hesitou, mas roçou cona, eu gemi. Ele meteu mão no peito dela, short molhado. ‘Estás pronta’. Tirei venda? Não, ele abriu bragueta, pau na boca: champanhe borbulhante, chupei fundo, garganta cheia. ‘Prepara o cu dela’. Pera fria no ânus, dedos invadindo, eu chupei mais voraz. Gozei na boca dele, esperma quente engolido.

‘Quero-vos os dois’. Ele por trás, caralho na cona, outro – o surpresa, o meu conhecido da praia? – na boca. Ritmo sincronizado, paus batendo. ‘Chupa bem, mostra quem és’. Lágrimas de prazer e vergonha, mas cona apertava. Ele retirou venda: era o instrutor jovem! Olhos chocados, mas pau duro. ‘Enculame!’, gritei. Dobrada, um na cona, outro no cu, gemidos ecoando na clim gelada. Gozei tremendo, eles encheram-me de porra, sal na pele misturado.

De manhã, taxi de volta. Ele piscou: ‘Segredo nosso’. Na praia com família, corpo doía delicioso, cona latejante, memória do cheiro de sexo, gosto de sal e esperma. Liberdade do trânsito: ninguém sabe, prazer eterno. Volto à rotina, mas esta escala queima ainda.

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