Estava de volta de um congresso em Madrid, mas o voo atrasou e tive uma escale imprevista em Lisboa. Calor moite da noite, ar cheira a mar e a jasmim. Cheguei ao hotel exausta, mas animada – ninguém me conhece aqui, sou livre. No lobby, ar condicionado gelado contrasta com a pele suada. Vejo-a: alta, morena, uns 40 anos, vestido justo que marca curvas. Olhares cruzam-se no bar. Sorri, convida para um copo. ‘Chamo-me Inês, e tu?’ Digo o meu nome, Rita. Conversa flui: ela de negócios, eu também. Mãos tocam copos, joelhos roçam debaixo da mesa. Sinto o coração acelerar, excitação do desconhecido. ‘Quarto 512, sobe?’, sussurra. Hesito um segundo, mas o desejo vence. Elevador lotado, corpos colados, cheiro do seu perfume misturado com suor. Porta fecha, bocas colidem.
No quarto, luz ténue, som distante de aviões. Cortinas abertas, cidade pisca lá em baixo. Ela empurra-me contra a parede, beijos famintos, língua invade. Mãos sobem saia, sinto dedos frios na pele quente. ‘Quero-te nua’, diz rouca. Despimo-nos rápido: eu só salto alto, ela de joelhos, string na mão. Adosso-me à secretária, pernas abertas. Língua dela na minha cona, molhada já. Ah… gemidos escapam. Sabor salgado da minha excitação na boca dela. Dedos entram, bombeiam forte. Eu agarro cabelo, pressiono mais. ‘Mais rápido, caralho…’, peço. Ela ri, chupa clítoris, suga. Estou perto, corpo treme.
A Escale e o Encontro no Lobby do Hotel
Telefone toca. Ela ao limite, mão nos meus cabelos, eu de língua na dela. Atende: ‘Sim? Um minuto, acabo aqui com a Rita e abro.’ Desliga, ri maliciosa. ‘O porteiro, riu-se. Veste só a camisa.’ Eu nudez total, pego camisa de linho, abotoo às pressas. Ela guarda resto roupa num gaveta. ‘Fica assim na reunião.’ Porta bate, entro eu semi-nua, senta-me no sofá. Ele chega: homem de fato, olha estranho para minhas coxas nuas. Conversa pro, mas eu… pernas abertas por ordem dela, mão na cona molhada, dedos circulam clítoris devagar. Olhos fixos nele, medo de ver. Ela sorri, escreve bilhete: ‘Acaricia-te, ou sais assim.’ Obedeço, molho dedos, meto um dentro, gemo baixo. Ele telefona, distraído. Eu acelero, cona inchada, sucos escorrem.
O Sexo Selvagem e o Risco da Interrupção
Ele sai, olhares interrogam minhas pernas. Porta fecha, ela arranca camisa, leva-me ao espelho. ‘Masturba-te para mim.’ Olhos no reflexo, mão em mamas, outra na cona raspada. Dedos fundo, polva clítoris. ‘Goza, Rita.’ Vou ao rubro, jato molha chão, cabeça tomba no ombro dela. Dedos dela juntam-se, fodem-me forte. ‘Estás encharcada, puta.’ Lambe meus dedos sujos, gosto meu mel doce-salgado. Ela senta na cama, eu ajoelho: cona dela aberta, cheiro forte. Chupo lábios carnudos, língua no buraco, dedos no cu. ‘Fode-me com a boca!’, grita. Bombeio, sugo, ela goza na cara, squirt quente.
Depois, veste-me devagar, mão na cona ainda latejante. ‘Sem cuecas amanhã?’ Rio, beijo violento. ‘Só se me chupares no lobby.’ Saio, pernas bambas, ar noturno arrefece pele. No aeroporto, avião ruge, corpo ainda vibra. Anonimato salvo, só memórias: gosto dela na boca, risco delicioso. Volto a casa, mas volto sempre àquela noite em Lisboa. Liberdade de passageira, prazer eterno.