Escala Imprevista em Brest: Uma Noite de Foda Selvagem com um Estranho

Estava a caminho de Paris por negócios, mas uma tempestade desviou o voo para Brest. Escale imprevista, duas horas de espera no aeroporto. Peguei um táxi para o hotel ali perto, o ar úmido da noite bretã colando na pele. Cheguei exausta, o lobby iluminado baixo, cheiro de café e maresia.

No bar, pedi um copo de vinho tinto. Ele estava lá, alto, moreno, olhos que perfuravam. Tipo daqueles homens que cheiram a trabalho duro e mistério. ‘Boa noite’, disse ele em francês, com sotaque forte. Sorri, respondi em inglês misturado. Jérôme, disse-se. Viajante também, preso pela mesma merda climática. Conversa solta: viagens, solidão em hotéis. Os olhares demoravam, as coxas roçavam debaixo da mesa. Senti o calor subir, não do vinho. O som distante dos motores dos aviões vibrava no peito. Liberdade total aqui, ninguém nos conhece.

A Chegada e o Encontro no Lobby

‘Tens quarto?’, perguntei direta. Ele riu baixo, mão na minha nuca. ‘Sim, vem ver a vista.’ Subimos, elevador apertado, respiração pesada. Porta fecha, e pronto: boca na boca, línguas urgentes. Mãos dele apertando minha bunda, eu cravando unhas nas costas dele. ‘Quero-te agora’, sussurrei, sentindo a pica dele endurecer contra mim.

Arrancou minha blusa, sutiã voou. Chupou meus peitos, mordendo mamilos duros. Eu abri o zíper dele, pica grossa saltou, veias pulsando. Caí de joelhos, engoli tudo, saliva escorrendo. ‘Caralho, que boca gulosa’, gemeu ele. Lambi as bolas suadas, provei o sal da pele dele misturado ao pré-gozo. Ele me puxou, jogou na cama. Lençóis frios do hotel contra pele quente. Ar condicionado gelado zumbia, contrastando o calor moite lá fora.

A Foda Urgente na Quarto de Hotel

Rasguei a saia, ele lambeu minha cona molhada, dedos enfiados fundo. ‘Estás encharcada, puta.’ Gemi alto, esguichei na cara dele. Virei de quatro, ele meteu de supetão, pica esticando minha cona até o limite. Fodia forte, bolas batendo no cu, suor pingando. ‘Mais fundo, fode-me como uma vadia!’, pedia eu. Mudamos: eu por cima, cavalgando selvagem, peitos balançando, unhas no peito dele. Ele apertava minhas nádegas, dedo no cu enquanto metia. Gozei gritando, cona apertando a pica dele. Ele virou-me, fodeu missionário, olhos nos olhos, ‘Vou encher-te de porra.’ Gozou jorrando dentro, quente, escorrendo pelas coxas.

Ficamos ofegantes, corpos colados, cheiro de sexo no ar. Ele beijou meu pescoço salgado. ‘Foi foda.’ Ri, ainda tremendo.

De manhã, avião liberado. Adeus rápido no lobby, sorriso cúmplice. Ninguém pergunta nada. No táxi pro aeroporto, cona ainda inchada, latejava o prazer. Lembrei o gosto da porra dele na garganta, o som dos gemidos misturado aos motores. Anonimato perfeito, zero arrependimentos. Volto pra Lisboa com essa memória ardendo, pronta pra próxima aventura. Liberdade de passagem, pura adrenalina carnal.

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