Escala Imprevista em Faro: O Estrangeiro que Me Fez Gozar como Louca

Estava a caminho das férias no sol do Algarve, mas o voo atrasou. Escale imprevista em Faro. Cheguei ao hotel exausta, o ar quente e húmido da noite a colar-me à pele. O lobby estava quase vazio, só o barman e ele. Um tipo alto, moreno, estrangeiro, talvez espanhol, com olhos famintos. Sentou-se ao meu lado no bar, pediu um gin tónico. ‘Prima vez em Faro?’, perguntou com sotaque sexy. Sorri, pernas cruzadas, o vestido leve subindo um pouco. ‘Sim, mas já me sinto em casa’, respondi, roçando o joelho no dele de propósito.

A conversa fluiu rápida. Falámos de viagens, de liberdade longe de casa. Ninguém nos conhecia aqui. O calor moite fazia suar, o sal na pele a brilhar sob as luzes. Ele tocou-me o braço, ‘Estás tão quente…’. Hesitei, mas o coração batia forte. A urgência do meu voo amanhã, o anonimato, tudo excitava. ‘Quarto 312’, sussurrou, os olhos no meu decote. Levantei-me, ‘Vamos ver se o ar condicionado ajuda’. Subimos as escadas, mãos roçando, o elevador vazio a aumentar a tensão.

A Escale e o Flerte no Lobby do Hotel

No quarto, a porta mal fechou e ele agarrou-me. Beijou-me com fome, língua invasora, mãos no meu rabo. ‘Quero-te agora’, grunhiu. Arrancou o vestido, os meus peitos saltaram livres. Chupei-lhe a boca, sentindo o cheiro a mar e suor. Ele ajoelhou-se, lambeu-me as coxas, subindo devagar. ‘Molhada já’, disse, enfiando a língua na minha cona. Gemi alto, o AC gelado contrastando com o calor da boca dele. Segurei-lhe a cabeça, esfregando-me na cara dele, o gosto salgado do meu mel.

Deitei-me nos lençóis frescos do hotel, ele despiu-se. A pila dele, grossa e dura, latejava. ‘Chupa-me’, mandou. Engoli-a toda, babando, sentindo as veias pulsar. Ele fodia-me a boca, mãos no cabelo. ‘Caralho, que boca gulosa’. Virou-me de quatro, o barulho dos motores ao longe como banda sonora. Enfiou dois dedos na minha cona, depois no cu, abrindo-me. ‘Quero foder-te o cu’, disse. Lubrificou com saliva, entrou devagar. Doeu bom, estiquei-me toda. Começou a bombar, forte, o rabo a bater nas coxas dele. ‘Mais, fode-me como puta’, pedia eu, gozando no primeiro empurrão profundo.

Sexo Selvagem na Quarto com Pressa de Partir

Mudámos de posição, eu por cima, cavalgando aquela rola enorme. Os peitos balançavam, ele apertava os mamilos. ‘Goza na minha cona’, supliquei. Acelerou, o suor pingando, sal no peito dele que lambi. O quarto cheirava a sexo, o AC zumbia. Ele explodiu dentro de mim, jatos quentes enchendo-me, eu gozei gritando, unhas nas costas dele. Ficámos ofegantes, corpos colados, o coração aos pulos.

De manhã, vesti-me rápido. ‘Foi incrível, mas tenho de ir’, disse, beijando-o leve. Ele sorriu, ‘Volta quando quiseres’. Saí sem olhar para trás, o avião a esperar. No táxi para o aeroporto, o corpo ainda tremia, a cona latejava com o gozo dele dentro. Ninguém saberia, anonimato perfeito. Lembrei o gosto dele, o cheiro, a urgência. Sorri sozinha, livre, pronta para mais aventuras. Aquela escala mudou tudo – provei a liberdade total, e quero mais.

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